Os seus valores - A dinâmica da ilha


Toda vez que nos encontramos em posição de tomar uma decisão que pode mudar a nossa vida, uma espada imaginária se coloca, pontiaguda, sobre as nossa cabeças ameaçando, de maneira efetiva e sensível, a nossa segurança. Lembrando mais uma vez a pirâmide de Maslow, entendemos que a segurança pode ser identificada em diversos níveis de necessidade. É de nossa natureza buscar segurança física, emocional, financeira, etc. 

Mas estas decisões não precisam ser tiros no escuro, baseadas em sensações ou na sorte. Uma forma de orientar, conscientemente, a sua decisão, é estar pleno dos seus valores e utilizar desse conhecimento para avaliar as possibilidades.

Cada um de nós traz consigo valores pessoais que são reflexo de nossa criação, enquanto crianças e de nossa experiência ao longo dos anos. Mas chegar até estes valores pode não ser tão fácil quanto sentar em uma praia, de frente para o mar e, com um suspiro profundo de perguntar: o que é importante para mim?

Alguns valores mais essenciais podem estar guardados em seu inconsciente ou em seu sub-consciente, de forma que alcança-los requer algum trabalho. Uma forma utilizada em coaching para acessar este tipo de informação é através da "Dinâmica da Ilha". 

É uma ferramenta bem simples, porém muito efetiva que auxilia as pessoas a encontrar de forma secundária os seus valores, enquanto ludibriamos o cérebro a buscar outro tipo de informação. Essa ferramenta está disponível na internet e pode ser executada com facilidade. Se conhecer é viver melhor. Para mais sobre crescimento pessoal, clique aqui.

Vamos criar juntos um caminho de crescimento sólido para sua vida pessoal ou para a sua carreira? Me encontre em 41 992 877 528 ou @ccselfcoaching

Carol Chilinque Self-Coaching
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A sua jarra

Creio que todos já tenhamos tido a oportunidade de ouvir a história do palestrante e da jarra cheia. Caso a história ainda seja desconhecida para alguém, segue o relato.

Conta-se que um palestrante deveria falar sobre prioridades para um grupo mas que,  ao invés disso, parou de frente para a sala cheia e colocou uma jarra vazia sobre a mesa. Todos estavam atentos à cena mas sem entender muito do que se passava. 

Ele se apresentou e perguntou o que estavam vendo sobre a mesa. A grande maioria respondeu na mesma hora "-Uma jarra". "-E ela está vazia?" "-Sim, está vazia." Ele pegou uma bolsa cheia de bolas grandes e encheu a jarra até a boca.


Novamente perguntou: "-A jarra está cheia?" "-Sim.", responderam. Mas a lição iria mais longe... O palestrante pegou uma segunda bolsa com bolinhas menores e derramou na jarra. As bolinhas preencheram o lugar entre as bolas maiores, deixando a jarra ainda mais cheia. 


E ele perguntou: "-A jarra está cheia?". Os presentes já não tinham mais dúvidas e responderam em uníssono: "-Sim, está cheia." O Palestrante tirou da pasta uma terceira bolsa onde se via uma areia branca e seca. Despejou a areia na jarra, e os grão se colocaram entre as bolas maiores e as menores, ocupando todo o espaço disponível. Agora certamente a jarra estava cheia.

Então veio, novamente a pergunta: "-A jarra está cheia?" Todos estavam na dúvida e poucos responderam timidamente: "-Sim, está cheia." O palestrante virou, então, sobre a jarra o seu próprio copo de café. O café foi tomando espaços mínimos entre as bolas grandes, as bolas pequenas e a areia, deixando a jarra cheia até a boca. 

Rindo, o palestrante pergunta uma última vez: "-A jarra está cheia?". Ninguém respondeu. Todos pareciam acreditar que sempre haveria mias para colocar ali dentro mas a jarra estava, de verdade , cheia. Em seguida o palestrante explica a dinâmica.

"A jarra é como a vida de vocês, está vazia,aguardando que vocês a preencham como acharem adequado. As bolas grandes são as coisas mais importantes na vida como a família, os amigos e a religião. As bolas menores são as coisas que importam menos como o trabalho e bens que possuimos. A areia representa todas as coisas sem importância na vida. Observem que ocupa pouco espaço na jarra, mas se tivéssemos colocado a areia primeiro, não caberiam na nossa jarra as coisas que, de fato, importam. Assim também com as coisas menos importantes. se as bolas menores fossem colocadas na jarra primeiro, não caberiam as coisas que importam de verdade."

Todos pararam para pensar naquela importante lição. Olhavam a jarra e meditavam coisas sobre as suas próprias vidas. Uma estudante, porém, levantou a mão. Autorizada a falar, perguntou:"-Mas e o café? O que representa o café?" Sorridente, O palestrante respondeu:"-Bom que perguntou. O café é  sempre só o café. Neste contexto significa que não importa o quanto a sua vida esteja cheia, sempre haverá lugar para um café."

Brincadeiras à parte, este conto é uma forma especial de lembrarmos do significado que damos às coisas. Nada significa mais ou menos do que o valor que nós atribuímos à coisa. É muito importante rever o que estamos colocando na nossa jarra e, talvez, seja tempo de esvaziar e começar tudo outra vez. desta vez, quem sabe, pelas bolas grandes primeiro. 

Duas ferramentas gratuitas que temos disponíveis na internet e que são capazes de auxiliar no processo são a "roda da vida" e a Pirâmide de Maslow. Vale a pena os exercícios e meditar as conclusões. 


Quer ajuda para entender como está preenchendo a sua jarra? Eu vou te ajudar. Me encontre em 41 992 877 528 ou @ccselfchoaching

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A missão - Qual o seu lugar no mundo?


Já está disponível pela internet o meu livro A missão - Qual o seu lugar no mundo. É uma ferramenta poderosíssima para encontro de verdades e construção de caminhos. No formato digital ou impresso, você vai ser capaz de passar por um intenso processo de autoconhecimento, buscar as suas verdadeiras paixões e tomar o seu lugar no mundo. 

De que forma você pode contribuir para a construção do mundo em que você deseja viver? Não deixe de ler e compartilhar as suas impressões de forma que eu possa produzir o material certo para ajudar cada um.

Para acessar o Create Space e ter acesso ao livro, clique aqui.


Um dia de muita construção para todos!

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Benefícios de uma empresa sustentável

Engana-se quem pensa que as iniciativas chamadas "verdes" são resquícios de um devaneio hippie dos anos setenta. A verdade é que adequar as práticas corporativas para que sejam socialmente responsáveis e ecologicamente corretas é genial por razões variadas, o que leva os ativistas cabeludos a cederem lugar aos grandes visionários engravatados do neo-liberalismo.

Nas duas últimas décadas os ambientalistas do mundo estão com seus olhares mais aguçados sobre as práticas do dia a dia. Já entende-se que não é somente com o desmatamento das florestas tropicais que devemos nos preocupar. As nossas condições climáticas e ambientais estão decaindo vertiginosamente e em ritmo acelerado. O ar está ficando mais quente e poluído por segundo. 

Mas as iniciativas de preservação e recuperação dos sistemas estão sendo vistas em todas as esferas sociais e por todo o planeta. Desde melhoria nas políticas contra desmatamento, passando por tratados mundias para reduzir a emissão de poluentes até a redução de embalagens nos mercados varejistas. 

Sim, as iniciativas verdes deixaram de ser macro e envolver somente grandes conglomerados multinacionais para envolver o cidadão comum e as pequenas empresas. Grandes marcas estão se comprometendo com a redução da produção de resíduos e pequenos negócios estão sendo desenvolvidos com especial dedicação a sustentabilidade.

O Brasil tem hoje cinco das cem empresas mais sustentáveis do mundo de acordo com a canadense Corporate Knights. Os critérios de avaliação vão um pouco além dos selos verdes habituais e consideram, inclusive, o número de mulheres em cargo de chefia que a empresa possui mas, ainda assim, é algo de que devemos nos orgulhar. 

Mas o que é, afinal ser sustentável? Para uma corporação ser sustentável, é preciso que consiga satisfazer suas necessidades de produção tendo em vista as necessidades do mundo como um todo para o presente e para o futuro. É preciso se comprometer com o consumo responsável de água e com um sistema produtivo que consuma somente o necessário, descartando o minimo possível. 

A sustentabilidade é, em geral, associada a medidas inovadoras que revisam processos de maneira constante. Sempre é possível ir mais fundo no compromisso com os selos verdes. Com esse pensamento, os três R são um ponto de partida para qualquer indivíduo aplicar na sua vida pessoal ou profissional. Reutilizar, reduzir e reciclar, os três R que guiam os caminhos até um universo mais sustentável. 

O que quase não se fala é sobre os benefícios que os selos verdes trazem para a empresa. Desde um marketing favorável até economia direta com a redução do consumo, investir tempo pensando em políticas ambientais para a empresa pode ser apresentar um retorno surpreendente. 

A curto prazo, substituir impressões desnecessárias e ampliar o uso de correio digital já oferece o benefício do corte no material de escritório, além de produzir menor lixo comum (papel) e lixo especial (cartuchos de impressão). Reduz o consumo de energia elétrica e simplifica a burocracia. 

Os descartáveis são o grande vilão da sustentabilidade e substituir copos de plastico por reutilizáveis é possível com pouco esforço e pouco investimento. As boas vindas dos novos funcionários podem ser seladas com uma caneca com o logo da empresa. Além de ser ecologicamente correto, brinda os funcionários com um agrado da empresa e garante propaganda em cada selfie tirada no trabalho. 

Os benefícios são imensos e inúmeros. Uma área reservada para bicicletas no estacionamento pode melhorar a qualidade de vida dos funcionários sedentários, aumentar a produtividade destes e corrigir alguns atrasos constantes justificados pelo trânsito ruim. 

Para cada empresa vai ser necessário pensar o sistema produtivo e a logística diária, mas sempre é possível melhorar. Propor soluções, dar espaço para idéias inovadoras e não se acomodar na busca por melhorias são um caminho comum para toda empresa comprometida não só com o seu próprio crescimento, mas com o crescimento do mundo todo. 


Vamos criar um plano verde para a sua empresa? Me encontre em 41 992 877 528 ou @ccselfcoaching


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Estratégias básicas de marketing




Lá vou eu falar sobre um assunto que não domino mais uma vez... Mas faz parte do meu universo, eu lido com marketing todos os dias e não só tenho uma opinião, como tenho alguma experiência para compartilhar.  

A Sociedade Americana de Marketing define marketing de uma forma muito curiosa. Para eles, marketing é são os processos de oferta, comunicação, criação e troca de ofertas que tenham valor para uma pessoa ou para a sociedade em geral. É possível passar um tempo perdido nessa definição...

A isso, vou adicionar uma ação por conta própria: o marketing cria necessidade. Você não precisa de muita coisa que acaba consumindo, mas boas campanhas te fazem pensar sobre os benefícios que um produto absolutamente inútil pode trazer para a sua vida. e você descobre que não pode mais viver sem ele. Você vai fazer planos para incluir aquele ítem na sua vida e vai se desdobrar para que esta nova necessidade seja suprida de forma eficiente.

Mas como isso acontece? Bom, para responder de forma satisfatória essa pergunta, eu deveria fazer uma faculdade e algumas pós-graduações, mas eu resumi algumas partes mais básicas do estudo de marketing e ofereço a vocês o meu aprendizado.

Primeiro, você deve pensar as partes do processo dentro do todo, de forma a criar uma imagem linear da sua estratégia. Quem é você? Qual o seu produto? Quem consome o seu produto? Como seu produto vai chegar até o mercado consumidor. 

Essas perguntas são guias para cada uma das partes mais vitais da comunicação entre o empresário e seu consumidor final. A partir daí, caminha-se de acordo com cada parte. Primeiro seja muito dedicado a entender quem é você enquanto fornecedor de um serviço. Quem é a sua instituição? Qual o propósito dela, quais os seus valores, quais os seus objetivos. 

Depois considere o seu produto. O que, exatamente, você está oferecendo? É só esta meia na caixa ou a caixa e a meia são mais do que papel e linha? Um exemplo simples mas foi como eu consegui entender a necessidade de dominar o que está sendo oferecido. Existe uma tecnologia e um saber agregados ao seu produto. O quanto disso chega até o seu consumidor? 

Depois é preciso desenhar um alvo nas costas de alguém. Para quem você está produzindo? Quem se interessa pelo que você esta oferecendo? Pesquisar comprometidamente o seu mercado define se a sua estratégia de marketing vai ser um sucesso ou um fracasso e, por consequência, a sua empresa. Sempre vai ter quem precise de um determinado produto mas se você não for capaz de desenhar o seu mercado, não vai ser capaz de alcança-lo. 

Por fim, quanta logística vai ser necessária para que você coloque o seu produto no mercado? Como você vai acomodar a produção, armazenamento, distribuição... Quanto vai custar pra você levar o seu produto até o comprador e como você vai ser ágil neste processo?

Tudo isso entra em dominar o processo de produção, ainda não é marketing. Estabelece o chão por onde o marketing vai andar, mas não mais do que isso. 

Falando de preto no branco, o ideal é contratar uma equipe ou um assessor para trabalhar o marketing da empresa. Sabemos que não é possível atuar nos quatro frontes de batalha da empresa e é preciso cercar-se de uma boa equipe, além de saber delegar. Mas também sabemos que nem sempre é possível ter todos os profissionais de que precisa. Ao menos não todos de uma vez só. então segue alguma orientação:

Existem dois tipos de marketing e podem ser usados um outro ou os dois. Trata-se de marketing de branding e marketing de resposta direta. Em um universo ideal, você deve ser capaz de executar as duas frentes de maneira harmoniosa. 

O marketing de branding diz respeito a sua marca diretamente e não traz retorno imediato. Trata-se de consolidar a imagem da sua marca e estabelecer a necessidade de seu produto no momento certo. Um excelente exemplo, é o marketing da Coca-cola. Não importa onde esteja, que horas o relógio marque e a língua local, vai haver uma propaganda da Coca-cola no seu alcance visual. Pode não ser um freezer com garrafas e latas expostas atras de uma porta de vidro suada,salientando a temperatura do conteúdo. Pode ser uma cartaz ou um chaveiro distribuído em eventos esportivos. A marca sempre vai estar presente e quando se falar de sede, a Coca-cola vai ser a primeira ou uma das primeiras coisas de que vai lembrar. 

Assim, a marca fixa a sua imagem, assim constrói o seu consumo a longo prazo, associando um problema a sua própria solução. Para um refrigerante essa promoção pode ser um pouco mais fácil já que qualquer um pode ter sede e beber uma Coca-cola gelada, mas quando se fala de uma parte específica do componente interno do motor de uma marca de moto, fica mais desafiador pensar no marketing de branding, mas ele é possível. 

Quanto ao marketing de resposta imediata, me parece meio clara a questão. Trata-se das estratégias usadas para promover o consumo imediato de um determinado produto. Aqui não nos cabe fixar uma marca a longo prazo, mas fazer com que um produto seja consumido agora. Assim temos as ações em mercados com uma pequena plataforma de divulgação e degustação de um produto. Quer ação mais efetiva do que oferecer uma prova de comida a pessoas famintas e estressadas que estão justamente comprando comida? Gênio!
Promoção

Outra coisa importante sobre o marketing é estabelecer como vai ser o seu contato com o público. Temos o público alvo do seu empreendimento que é esse grupo de potenciais clientes que você já identificou através de pesquisa. Essas pessoas precisam ser lembradas de sua marca e de seu serviço. Como você vai fazer isso? Como você vai chegar até elas? Essa comunicação hoje é feita, de forma majoritária via e-mail e redes sociais.

A propagando paga nas redes sociais como Facebook e Twitter direciona o seu anuncio a um público pré-selecionado e pode ser uma solução barata para alguns modelos de negócio. em outros casos, anúncios em jornal de bairro podem ser adequado e eficaz. Para outros casos, revistas especializadas também vendem áreas para divulgação. Tudo vai ser definido a partir do seu público e de como é possível chegar até ele. 

Os e-mail são uma área um pouco mais complicada... Existe a possibilidade de comprar listas de e-mail com público pré-definido e enviar um e-mail de massa para todos. Duas chances reais de fracasso: seu e-mail ir direto para a caixa de spam ou o cliente jogar seu e-mail na caixa de spam porque ele chegou na hora errada. 

O e-mail para clientes em potencial deve ser usado com medida e ter um objetivo claro que não a propaganda direta. Uma promoção, por exemplo. Esse e-mail ainda tem a chance de ir parar na caixa de spam, mas se a chamariz for boa, você consegue fazer com que um número de alvos ao menos leia a mensagem. Sendo esse o caso, está feito o seu marketing de branding. 

O e-mail é muito útil no caso de clientes já convertidos, ou seja, os que já fizeram negócio com a sua empresa. Esses clientes já puderam testar a qualidade do seu produto e podem trabalhar de maneira involuntário o seu marketing através da propaganda direta (boca à boca). Alcançar esse cliente e trazer ele para um novo negócio não deve ser um grande problema. 

O importante é saber se o seu produto ainda é uma necessidade, para que não seja o caso de puro spam e direcionar a conversa como um re-encontro. Oferecer vantagens pela fidelização é a saída mais comum. Vale lembrar que este é o seu melhor cliente porque já é seu cliente. Fez sentido?

Existe uma coisa em markeitng que é muito falada mas que não fez sentido para mim quando pensado dentro da lógica ensinada nas faculdades. São os quatro P´s do marketing: preço, praça, produto e promoção. Não esqueci do conteúdo, só não faz sentido assim. Mas está tudo acima, da forma que eu consegui assimilar e apreender. 

Enfim, espero ter ajudado a, pelo menos, desanuviar algumas ideias e, talvez, colocar outras no lugar. Marketing não é parte descartável dos planos da empresa, ao contrário, é a própria espinha dorsal do plano. Vale sempre pensar em mão de obra qualificada e investir de forma constante e crescente na melhoria do seu sistema corporativo. Pense grande!


Não se esqueça de investir em um pessoal qualificado em marketing se o seu orçamento permitir. 


Carol Chilinque Self-Coaching
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A importância de ser um líder


Ser líder significa mais do que estar a frente de um grupo. Significa que um indivíduo é capaz de se destacar de maneira orgânica entre os iguais e tomar a frente sem precisar exercer qualquer poder. Um líder é capaz de lidar com as questões do mercado com a mesma desenvoltura com que gere questões pessoais dentro das paredes do escritório. 

Um líder é capaz de identificar e reter talentos à mesma maneira que recruta e desenvolve outros e é bem quisto entre os iguais, uma vez que é um grande exemplo. Não se trata de chefia. Qualquer um pode ser indicado para uma chefia e passar, assim, a ter poder sobre os demais. Um líder não precisa disso, seu destaque é natural e o reconhecimento do mesmo independe da função que exerce.

Algumas características se sobressaem em um líder como, por exemplo, sua maleabilidade. Um líder é capaz de recriar padrões e se adaptar a novas realidades de maneira rápida e suave, indolor. Consegue ver novos caminhos e saídas onde outros enxergariam o fim. A cada novo problema, ele é capaz de oferecer nova solução e sua criatividade é uma grande arma de produção.

Outra característica de destaque em lideranças é a parceria. O líder conhece os seus colegas de trabalho em suas forças e fraquezas e é capaz de assistir cada um em seu desenvolvimento, se satisfazendo, também, com o sucesso alheio. O líder oferece a mão e fornece ferramentas para que todos sucedam a sua volta. 

Ele é uma figura assertiva e influencia os que o rodeiam em serem mais positivos e buscarem seu próprio crescimento. A autenticidade e verdade em suas falas e ações são grande motivador de confiança e todos vão desejar seguir seu exemplo. 

E porque é importante saber disso? Porque caminhamos para um universo corporativo que não vai ser capaz de comportar não-líderes. De cada indivíduo, vai ser esperado um certo grau de liderança, ainda que seja a auto-liderança. Em pouco tempo não vai mais haver espaço nas empresas para pessoas que careçam de um líder. 

Mas a liderança, além de ser uma qualidade inata en alguns indivíduos, pode ser desenvolvida em outros. Enquanto uns nascem com uma capacidade natural de se destacar e andar à frente, outros vão ter que se esforçar mais e desenvolver suas capacidades e características pessoais. Existem cursos, leituras e práticas que são capazes de desenvolver estas habilidades. 

Portanto, se você está buscando um lugar ao sol, qualquer que seja este lugar, invista em sua preparação para o que o mercado demanda e, agora, o mercado demanda líderes. Seja uma peça à frente no tabuleiro, esteja pronto, chegue na frente. 

 "Laissez faire, laissez aller, laissez passer."

Quer desenvolver sua capacidade de liderar? Eu vou te ajudar. Me encontre em 41 992 877 528 ou @ccselfcoaching

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Alternativas para o reconhecimento do trabalho bem feito

No início do processo de criação de uma empresa, é muito provável que não exista margem para trabalhar um sistema de reconhecimento do esforço individual dos funcionários que envolva dinheiro diretamente. O curioso é que nem todos esperam este tipo de reconhecimento da empresa. Uma forma de acessar as formas de reconhecimento que vá satisfazer os desejos de seus pares é ser aberto quanto as possibilidades. 


Em sues encontros ou reuniões, apresente projetos e ouça as contra-propostas. Dê voz aos seus colaboradores e prepare-se para se surpreender com o que motiva as pessoas a se comprometer mais. A  motivação é interna e pessoal, de forma que acessar o íntimo de cada um somente é possível através de diálogo. Os benefícios  mais óbvios são o salário, alimentação, transporte e plano de saúde. 

Benefícios alternativos levam as possibilidades ao infinito. Um quadro de reconhecimento de talentos especiais como hospitalidade e comprometimento é uma opção. Ou um boné customizado que permita ao funcionário exibir seu destaque dentro e fora do trabalho também é uma forma criativa e menos onerosa de reconhecer um destaque. Uma coroa que vá sendo passada de cabeça em cabeça, semanalmente, de acordo com a maior venda pode ser divertido e estimular resultados ainda melhores. 

Até mesmo a escolha dos critérios de eleição do destaque e quem deve ser reconhecido por período pode ser uma construção conjunta. Maior venda? A venda mais difícil? A primeira venda do dia? Dependendo do perfil do negócio, muitas opções estão na mesa e escolher uma junto com a equipe é mais uma forma de reconhecer o seu trabalho. 

Em qualquer modelo, a qualquer tempo e em qualquer lugar, olhe nos olhos e diga a todos o quanto estão contribuindo e como você é agradecido pelo time que tem. Para muitas pessoas um aperto de mão e um parabéns serão suficientes para criar fortes laços de comprometimento. Para outras vale o olhar de cumplicidade. Enfim, acesse o seu time e valorize a todos porque no final do dia eles são o seu maior trunfo no mercado, são o seu melhor investimento e seus aliados na difícil tarefa de vencer.  (Para mais sobre capital humano, clique aqui.)

Quer ajuda para pensar o sistema de recompensas da sua empresa? Me encontre em 41 992 877 528 ou @ccselfcoaching

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Meu retorno à comunidade - ação social

É de extrema importância para nosso crescimento pessoal e, por consequência, profissional que entendamos que nunca estamos sozinhos. Cada passo que damos está repleto de forças nos impulsionando. Algumas vezes essas forças são evidentes como a família e amigos, outras são ocultas como o padeiro que te alegra com o melhor pão ou o vizinho que sempre sorri e contribui para um dia mais pleno, a genitora que deixa a sua mesa limpa e organizada, o professor que arredondou aquela nota e garantiu a sua graduação...

Eu reconheço na minha jornada a ajuda de tantas pessoas, da igreja, do meu filho, dos cursos que fiz, dos trabalhos que executei, dos mestres que conheci. Em reconhecimento a isso tudo, ofereço este Curso Básico de Construção de Caminhos de forma gratuita em escolas e faculdades. É uma forma de contribuir com um mundo melhor usando o que tenho de mais valioso dentro de mim. 


Carol Chilinque Self-Coaching
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Planejamento estratégico e os tropeços no caminho



 A caminhada para o sucesso nunca é sem tropeços. Ao menos esta não é a regra. A regra é passar por uma série de situações difíceis e bater de frente com a parede muitas vezes antes de aprender a passar pela porta. Quando investimos em uma carreira solo, fora do conforto e respaldo de uma organização, estes aprendizados ficam ainda mais difíceis. 

Para que os riscos de embate contra o concreto frio sejam reduzidos e menos dolorosos, a pratica do cálculo de riscos deve ser parte do planejamento estratégico da empreitada. Quais são as estratégias de crescimento e desenvolvimento do grupo e quais as chances de dar errado? Qual o plano B?


Se estiver preparado para os percalços, minimamente preparado para as suturas que seu negócio vai precisar depois do inevitável sangramento, a volta por cima vai ser mais fácil. Saber dos riscos de qualquer relação implica em pensar os prós e contra, além de buscar antever movimentos dos dois lados. 

Vai entrar no ramo de construção civil, por exemplo? Qual vai ser a concorrência? Como você vai se destacar dos demais? De que forma vai chegar até o seu mercado consumidor e como vai se mostrar disponível para que novos parceiros se aproximem? E se não conseguir um contrato nos primeiros dois, seis ou doze meses? Como vai proceder? Que tipo de segurança você tem com relação à sua equipe? Como vai lidar com acidentes e prazos?

São muitas perguntas e ainda não devo ter alcançado metade dos pontos importantes para uma empresa de construção civil nova no mercado. A questão é buscar o máximo de respostas que conseguir e pensar uma ou mais saídas para cada situação-problema que puder antever. Esteja pronto para cair e se levantar algumas vezes. 

Estudar os riscos e soluções ajuda muito no crescimento linear do projeto mas na prática é bem difícil e frustrante lidar com os problemas. Tenha em mente que você vai cair. Todos caem. Mas você quer estar pronto para se re-erguer e retomar de onde parou. A chave é estar convencido de seu potencial e do sucesso de seu projeto e não desistir. 

O que coloca muitas empresas de volta no papel e muitos sonhos de volta no arquivo das grandes frustrações é a desistência. Desistir não pode ser uma opção. Por isso, o quanto antes estiver convencido de que vai haver um erro e que você vai contorna-lo, mais cedo você vai estra pronto para seguir em frente. 

Seu plano deve ter uma vertente de curto e uma de longo prazo. Com o passar do tempo, com a consolidação de seu trabalho no mercado, você vai conseguir trabalhar mais os tópicos de longo prazo mas em princípio, a batalha é no dia-a dia. Estabeleça objetivos reais para que o sucesso de cada passo dado te dê mais força para seguir em frente e vencer as inevitáveis barreiras no caminho.


Precisa de ajuda para planejar o seu futuro ou o da sua empresa? Eu posso te ajudar. Me encontre em 41 992 877 528 ou @ccselfcoaching

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O seu nicho - mercado consumidor, qual o seu?

Então você já esta avançando em direção a uma carreira de sucesso e estabeleceu qual será o seu lugar no mundo. Você já sabe o que te faz feliz e qual rotina vai ser, indefinidamente, prazerosa. Primeiros passos dados, é hora de definir quem vai consumir o que você está oferecendo. Traçar um plano de marketing é peça chave no sucesso de qualquer empreitada comercial.


Primeiro, o seu produto (serviço, que seja) deve chegar até quem o consuma e, para que sua estratégia de marketing seja válida, os objetivos devem estar claros. Neste ponto, vamos pensar em como estar acessível para seu consumidor final. Pense as seguintes questões: 

1- Quem se beneficia do meu produto?
2- Onde estão estas pessoas?
3- Como chego até elas?
4- Meu produto consegue chegar até lá?
5- De que maneiras meu produto pode ser disponibilizado para consumo?

Existem alguns sub tópicos dentro dos acima citados. Quando você pensa em quem se beneficia de seu produto, por exemplo, deve pensar em todos, sem exceção. Em geral, esteremos pensando nossos consumidores dentro das seguintes categorias:

A- Consumidores que estão precisando imediatamente de você e que já podem estar procurando por seus serviços. Este consumidor já está pronto para consumir, provavelmente está com alguma pesquisa feita sobre suas próprias necessidades e requer pouco esforço de sua parte para fechar o negócio.

B- Consumidores que se beneficiariam do que você vai oferecer mas não estão em movimento de consumir. Estes podem estar esperando algum momento adequado ou podem estar pensando em alternativas que possam ser mais adequadas ou mais baratas. Este tipo de consumidor requer algum trabalho de sua parte em se mostrar essencial e adequado, mas deve ser fácil de "converter"pois sabe do que precisa.

C- Consumidores que se beneficiariam de seu produto mas nem mesmo sabem que existe. Para este tipo de consumidor, o trabalho é um pouco maior. Alem de encontra-lo, que já pode ser uma tarefa trabalhosa, você vai precisar convence-lo de que podem ser parceiros. Como ele não está exposto em sua necessidade, pode ser que seja difícil chegar até ele, mas uma vez que você consegue chegar até este nicho, um novo mundo se apresenta.

Vai ser uma caçada de longa duração e nunca devemos deixar de procurar pelo nosso consumidor. Conquistar novos grupos e territórios investindo tempo e dinheiro em criar pontes que nos aproxime. Esteja com as armas adequadas na mão, tenha um plano concreto e viável e se associe a parceiros que possam ser comensais nesse processo. Marque um alvo nas costas de seu objetivo, confie em seu julgamento e atire! Boa caçada a todos.



Quer ajuda para estabelecer quem é o seu mercado? Quer traçar um plano para conquistar este mercado? Eu posso te ajudar. 
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Ação e procrastinação

Procrastinar é um hábito perigoso e destrutivo. A procrastinação não é só um adiamento de uma ação por questões relacionadas a planejamento e priorização, é uma fuga de você mesmo e de seu crescimento. 


Fugir à responsabilidade de executar gera estresse e frustração e pode nos iniciar em uma queda vertiginosa de formas muito sutis. Você somente vai perceber que foi abduzido por uma bola de neve de destruição quando já estiver tão aderido a esta que se soltar torna-se virtualmente impossível. 

A procrastinação tem causas sabidas psicológicas e fisiológicas mas, antes de ser considerada uma patologia, devemos entende-la como uma escolha. Cabe a cada um estabelecer prioridades, traçar um caminho e se policiar neste sentido. 

Mas como evitar e adiar pode ser uma escolha? Simples, quando você não está dedicado e comprometido com a sua batalha, você é um dos que jogam contra você. Vamos lembrar que quem não está a favor está, por definição, contra. E a urgência em decidir, agir, resolver, passa a ser uma questão na sua própria sabotagem. 

Teste rápido: quantas vezes, esta semana, você foi checar "de maneira breve" sua timeline no Facebook e só se deu conta do tempo que ficou rolando a página quando alguém te chamou? Quantas vezes ficou tanto tempo absorto entre post sobre nada e acabou dormindo duas horas depois do previsto, perdendo tempo precioso de descanso? Quantas vezes aperta o "soneca" antes de se levantar, já que está na hora?

Imagino as respostas... Se você quer se comprometer de maneira efetiva com seu crescimento, tem que estar disposto a vencer a sua própria força (considerada por muitos inata ao ser humano) procrastinatória e se mexer. Levante, faça, aconteça, resolva, decida, dê o enter. 

Postergar deve ser fruto de um momento racional e consciente de planejamento estratégico ou não faz sentido. Saber quais são as suas prioridades e ter o senso de urgência de cada atividade nos permite fazer este julgamento. 

Onde estou? Para onde vou? Quando vou? Como vou? Respondendo à estas perguntas,podemos estabelecer as prioridades e organizar melhor o nosso tempo. Frisando: o tempo nos pertence e devemos dominar o seu uso, utilizando-o de forma racional e otimizada. (Para mais sobre autoconheciemento de autodesenvolvimento, clique aqui)

Se você é um convicto jogador dos 45 do segundo tempo, eis algumas formas de encontrar balanço e pospor somente o necessário, quando for necessário: estabeleça novas rotinas. Inove você mesmo para você, com você. Seja um aliado comprometido com o seu crescimento. Quando olha o celular se perde entre memes e novos relacionamentos? Estabeleça quais horas do dia você vai se permitir praticar sua socialização cibernética.

Está adiando alguma tarefa muito importante? Pare de frente pro espelho e se lembre, em voz alta e tom firme, o quão importante isso é para você. Olhe nos seus olhos. Reafirme seu compromisso com você. Marque cada ponto com muita firmeza e repita o quanto for necessário. Seja gentil consigo e sorria. Você está olhando para o seu melhor amigo, ajude ele a ser feliz.

Muito importante é entender que você é agora um aliado. Não adianta brigar e punir quem joga no seu time, vale mais estender a mão, entender o problema e buscar novas orientações. Não seja muito auto-exigente, de forma a se frustrar mais e ficar chateado com você mesmo. Se ofereça saídas, soluções. Faça uma agenda física e anote os seus compromissos com você mesmo. Mais importante, comece agora. Não espere mais, não tem função soneca. Faça.

Está precisando de ajuda para traçar e alcançar metas? Eu posso te ajudar nesta conquista!
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Onde cobrar e onde se doar? Caridade e retorno à comunidade.



Quando atingimos um certo nível de sucesso que nos permite colocar o bem-estar de terceiros em nosso planejamento, começamos a pensar sobre o que de fato é a ajuda que podemos oferecer e como podemos inserir isso em nossa realidade. 

Os maiores exemplos de caridade que temos disponível nas mídias são os exemplos de grandes figuras religiosas, mas não é a regra. Pensar o retorno de seu sucesso ao seu entorno é um ato muito mais comum e corriqueiro e pode envolver tão pouco quanto regar as flores de seu quintal em períodos de seca. 


Oferecer água filtrada à quem bater à sua porta, ajudar uma organização que tenha presença humanitária em zonas de conflito, ajudar a sua igreja em suas pastorais sociais, organizar eventos em que a entrada seja revertida em benefício social... Não tem fim as possibilidades de investir no crescimento menos desigual de sua comunidade. 

O importante é lembrar que ser generoso não precisa ser, necessariamente um ato que envolva  o gasto de dinheiro. Sempre envolve valor mas não precisa, necessariamente, envolver dinheiro. (para um pouco mais sobre valor e preço, clique aqui). Um abrigo que tenha em sua cidade pode precisar de material físico, que pressupõe gasto com compras, mas pode estar precisando de trabalho voluntário ainda mais. Ajuda para pintar algum cômodo, no preparo de alimentos, em cuidados com uma horta...

Se não está nos seus planos adotar uma criança ou um animal, saiba que existem muitas organizações que cuidam de crianças e abrigos que acomodam os animais carentes de lar. As portas destes lugares costumam estar abertas para receber ajuda de formas variadas. Leitores de histórias, recreadores, passeadores de cão, companhia, pessoas criativas e inovadoras.





Se o seu tempo permitir e este tipo de ação tocar você em suas realizações, lares de idosos são lugares muito carentes de presença. Não precisa ser ajuda financeira de forma alguma. Ofereça seu tempo para jogar xadrez ou damas, para ler com um grupo de idosos ou esteja presente para ajudar a organizar as confraternizações. Converse com idosos e com as famílias, porque algumas vezes, o processo de hospedar os patriarcas em uma casa de vivência assistida é uma saída extrema e indesejada, que casa grande angústia em todos.

Mas se nada disso for o que vai te trazer satisfação, descubra o que te estimula a sair de casa e se doar. Talvez sem precisar sair de casa. Qual a sua ocupação? Será que você não pode doar um pouco de seu conhecimento a alguém e,talvez, mudar uma vida? Você que trabalha com logística, já pensou em doar o seu tempo e ensinar instituições de assistência a  se organizar de forma mais efetiva? Você advogado, já pensou em estabelecer uma cota de casos "pro bono" em sua rotina?

Quando um cozinheiro vai visitar um amigo e este pede uma receita, a gentileza é uma forma de ver isso.  Se pede ajuda para preparar um banquete, outras interpretações podem surgir. Se descobre, ao chegar,que será o chef da noite e que outros vinte convidados estão à mesa, muito provavelmente, todos temos a mesma impressão da situação.

Oferecer seu trabalho e não ser remunerado é uma situação quando estão solicitando seu conhecimento de forma abusiva e não-acordada, mas se você decide doar parte do que você é a terceiros na forma de voluntariado, passa a ser um grandioso ato seu. Você investe em você e em sua formação, você é o seu bem mais valioso e deve fazer uso de seus recursos como julgar adequado.

Enfim, as formas de ajudar são muitas e além da realização pessoal, a inserção da caridade em sua rotina pode desenvolver qualidades em todo. Sua empresa também pode desenvolver estratégias de marketing e criar uma imagem muito positiva junto ao público,mas lembre-se de um famoso ditado judaico antes de dar um passo à frente: a caridade deve ser anônima, do contrário é vaidade.


Quer pensar uma boa forma de se doar? Eu posso te ajudar! Me procure no whats App ou Facebook 41 992 877 528 @ccselfcoaching

Carol Chilinque Self-Coaching
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Autoconhecimento e autodesenvolvimento


O autoconhecimento é uma investigação de si em níveis muito variáveis e podemos estabelecer como parâmetro desde a noção dos seus limites físicos com o objetivo de evitar batidas no batente de portas, ao completo domínio de verdades e questões profundas, intrínsecas do seu ser e de mais ninguém. 

Esse último nível de autoconhecimento, ou o mais próximo que você conseguir chegar de se conhecer intimamente, permite uma caminhada consciente em direção aos seus objetivos. Isso significa dizer que seu status na vida pessoal e profissional muda de "estou indo por ai para ver no que vai dar" para "pisando firme em direção àquele sonho". 

Saber o que você deseja de verdade alcançar permite que você pise firme, na certeza de que cada passo dado te levará aonde você quer, realmente, chegar. Isso gera bem-estar e autoafirmação. Isso faz com que você seja capaz de se motivar a caminhar mais rápido e mais longe todos os dias, alcançando resultados extraordinários.

Nossas atitudes estão muito mais ligadas às nossas experiências pessoais do que Á alguma verdade inata. Não adianta sentar de frente para a televisão e justificar suas próprias ações negativas. Você não é assim mesmo, você está se fazendo assim mesmo e a única forma de mudar o seu destino é sendo ativo e assertivo nas suas ações. 

Já da Grécia antiga era imperativo conhecer a si mesmo antes de tudo. E como desenvolver isso? Como se conhecer melhor e mais intimamente? Separei algumas dicas para que você possa se conhecer melhor e desenvolver suas habilidades a partir daí.  

1- Medite as suas questões: quem sou eu? O que me agrada? Onde quero chegar na vida? 

2- Trace um plano. Digo um plano fisicamente. Faça um plano em um papel grande e deixe à vista. Coloque prazos e objetivos viáveis para reduzir frustrações e gerar desistência. Se permita riscar de vermelho cada passo atingido. Pode ser um plano pessoal, profissional ou misto. 

3- Faça um diário das suas emoções e caminhos percorridos. Sempre que achar que é hora, escreva. Pode ser todo dia, pode ser toda semana. Retorne a essa publicação de tempos em tempos e releia o que escreveu. Aprenda através de suas próprias experiências e emoções. 

4- Se respeite e se aceite. Não vai ser possível construir nada a partir de desaprovação. Mesmo sendo crítico, respeite a sua natureza e sua história. 

5- Faça psicoterapia. É uma forma efetiva de trabalhar o autoconhecimento e desenvolver a sua relação com você mesmo.


Precisa de ajuda para re-escrever o seu caminho e vencer? 
Conheça nosso processo de construção de caminhos e trilhe o seu sucesso!


Carol Chilinque Self-Coaching
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Adaptação ao novo

A corrida pelo desenvolvimento não tem muitas regras, empresa, funcionários, gestores e consumidores correm sem rumo em direção aos seus objetivos finais, sejam estes quais forem. Para evitar desgaste excessivo e  desistência, um plano deve ser traçado com previsão de redução de marcha, esticadas, reidratação e lanche. 


Todos querem chegar na frente,mas poucos estão dispostos a pagar o preço pela fama e fortuna. Um atleta profissional e uma pessoa bem sucedida em um ambiente corporativo compartilham muitas características em comum. A dedicação e a estratégia são parte de sua rotina. Uma característica que não compartilham é a capacidade de mudar tudo, de repente. 

Um atleta tem uma rotina que vai se repetir indefinidamente até que alguma nova teoria de melhoria de performance apareça ou até que se desenvolva alguma droga que não seja detectada pelo anti-dopping. Ele não pode mudar sua rotina para alem da mudança de séries de exercícios que intercala, sob o risco de fatigar os músculos ou se lesionar.

Para o profissional, a mudança é uma vantagem contra boa parte da concorrência que vai aguardar, prostrada, uma solicitação formal para que apresente novidades. Ser capaz de se reinventar de forma espontânea é característica de quem aceita grandes desafios e que, quase sempre, vence. 

Inovar requer estabelecer novos caminhos, novas parcerias, novas formas de fazer o mesmo. Mudar depende de vencermos o medo do novo que nos amarra ao conforto de onde estamos e partir para a luta. O novo sempre assusta, nem sempre é bom, mas é necessário. Empresas e funcionários devem praticar o enfrentamento dos seus medos de dar o primeiro passo. 

Para a empresa, a busca pelo novo deve partir da equipe de gestão que, atualizada em tudo o que acontece entre as suas paredes e fora destas, busca manter sua marca no futuro. [disto depende a sua receita, o seu futuro corporativo. Mas o indivíduo é mais resistente em se dedicar às mudanças. Reafirmo que não são todos que estão dispostos a fazer o necessário, menor ainda o número dos que o fazem por conta própria. 

Cada um deve se envolver de si e de suas necessidades, dominar seus desejos para arriscar novos caminhos em busca de seu crescimento profissional. Até mesmo na vida pessoal, uma dose de inovação pode ser estimulante. Qual é a força que move cada um em suas  jornadas? Descobrir essa força e ser capaz de motivar seus movimentos não é uma boa chance de vitória, é a única possibilidade.


Carol Chilinque Self-Coaching
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Gastar com a carreira ou investir na carrreira?



São duas reais possibildades... O que difere o valor do preço é uma questão simples de ponto de vista: preço é o quanto custa para adiquirir o bem, enquanto o valor você confere ao bem quando o possui. São duas faces de uma mesma moeda. 

Enquanto trata-se da expressão quantitativa, monetária de um produto ou serviço, estamos lidando com seu custo, com seu preço, com o em quanto ele vai onerar quem o adquirir. O valor é uma dimensão simbólica do quanto o comprador precisa ou deseja este mesmo bem ou produto. O valor do bem, então, somente é estabelecido quando este chega ao consumidor final. 

Pingos nos "is", em que essa informação pode ser relevante para minha formação? Em tudo. Primeiro que informação nunca é demais e um profissional desejoso de crescer e se desenvolver não deve se dar ao luxo de dispensar conhecimento. Depois, e mais direcionado ao ponto que pretendo estabelecer com esse artigo, o valor determina onde seu dinheiro deve ser investido na sua formação, ou você estará gastando dinheiro.

Quando pensamos em coaching profissional, o ponto chave de todo o trabalho que vai ser desenvolvido é estabelecer qual é a sua função hoje e para onde você esta caminhando. Mas como pode ser assim tão dificil? Sim pode. Um profissional deve estar plenamente ciente do cargo que ocupa em sua cadeia corporativa para saber direcionar seu plano de carreira e sua educação.

(Entenda um pouco mais sobre a teoria do capital humano neste link).

Tomemos como exemplo um advogado recém-formado que esteja estagiando em um escritório voltado para o direto trabalhista. Obviamente ele deve ter domínio das leis e regras sucintas que regem o universo das CLT e ambientes de trabalho, mas ele pode ter um interesse grande em família e desejar, internamente, desenvolver um trabalho comunitário voltado para famílias carentes, com o apoio da iniciativa privada. Qual caminho ele deve seguir? Formado, é hora de encaminhar suas pós-graduações e se destacar no mercado profissional.

Não está em julgamento o seu futuro financeiro, mas o seu julgamento de valor a partir dai. Se, visando melhorar suas relações e desempenho no atual escritório ele decide fazer um mestrado em direto trabalhista, vai gastar muito dinheiro e aprender muito pouco que possa, de fato contribuir com seu futuro. Um mestrado vai demandar tempo e dedicação que serão subtraídos de seu projeto de vida que é dedicar seu tempo ao direito de família. Ainda que ele ganhe uma bolsa de 100% no mestrado, ele vai estar gastando muito, pois serão anos de seu tempo dedicados ao caminho errado.

Agora, se por outro lado ele resolve fazer uma experiência, como voluntário, em um grande centro comunitário com assessoria jurídica gratuita à famílias carentes, ainda que ele gaste dinheiro de seu próprio bolso com transporte, alimentação e vestuário, ele estará investindo pesado em um conhecimento de valor inestimável para seu próprio projeto. Ele estará investindo em seu sucesso e realização pessoal.

Por isso, quando for se inscrever em um curso ou vivência ou mesmo em um período de voluntariado, pense no valor do que está se propondo a fazer tendo em vista seu desejo real de exercício profissional. Onde você está, profissionalmente, hoje, pode não ser onde você está trabalhando para estar no futuro. Estabeleça seu caminho e pise firme ao encontro do seu ideal, investindo em você, evitando ao máximo gastar com você.


Se você ainda tem questões que ficaram por resolver ou se precisa de ajuda para planejar o seu crescimento profissional e alcançar suas metas, entre em contato comigo. 41 992 877 528 ou em @ccselfcoaching no Facebook

Carol Chilinque Self-Coaching
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Ioga e meditação como prática para aumentar a produtividade


Ao se pensar em ioga e meditação, uma coisa salta à mente: fazer nada em uma posição impossível. Normal pensar isso, são imagens como a foto acima que nos vem à cabeça e não é possível observar qualquer atividade por parte do praticante, mesmo em um vídeo. É comum pensar assim, mas é um erro. A ioga é um conjunto de práticas psicofísicas e ritualísticas que tem como objetivo final o samádi, ou seja, a total parada da atividade cerebral. 

Mas como? Eu paro de pensar? Sim, o objetivo final é esse. Com a mente e corpo limpos e puros, você seria, então, capaz de se desenvolver mais após a prática e acordar do nosso eterno estado de letargia perante a vida. Tudo isso na teoria. Na prática? Na prática a meditação e ioga são capazes de produzir relaxamento intenso e exercitar o corpo de forma não agressiva e até prazerosa. 

Um corpo forte, preparado para o desgaste físico da rotina de trabalho, e uma mente descansada e atenta são um diferencial e tanto no universo estressado e exigente do mercado de trabalho. Isso significa que o dia vai começar com mais energia mental e disposição física, vai se desenrolar sem você se arrastar entre uma reunião e outra e vai se encerrar com a certeza de que você fez o seu melhor a cada momento. 

Alguns ponto importantes a conhecer da prática são:

  • Yamas: viver seguindo um padrão de conduta moral e ético na vida
  • Nyama: autodisciplina e ações positivas
  • Ásanas: posturas físicas e a busca do equilíbrio entre mente, corpo e espírito
  • Pranayamas: controle da respiração em busca da estabilidade
  • Pratyahara: mergulho na consciência, aspectos internos em busca da meditação
  • Dharana: estado de concentração sobre algo para realizar o processo meditativo
  • Dhyana: meditação, estado de contemplação
E como começar? Primeiro, é importante estabelecer algum tipo de acompanhamento para evitar lesões e problemas maiores do que os que você já tem. Algumas academias e centros culturais oferecem aulas de ioga até mesmo de graça, basta procurar uma que possua horários cômodos e que esteja próxima de seu itinerário. Você pode pesquisar qual linha de prática iogue se encaixa mais com o seu perfil mas, em geral, as aulas para iniciantes são de hatha ioga. 

Em nenhum caso vai seer necessário um grande investimento em material. É preciso ter um tapete macio que pode ser próprio para ioga e custar pela especificidade mas que pode ser um tapete de EVA comprado a metro em lojas de material descartável. Se você for praticar em casa até mesmo um edredom dobrado ao meio faz as vezes de tapete, enquanto as roupas só precisam ser confortáveis e permitir que você se mova. 

Comprometa-se com o bem-estar do "estilo iogue" e estabeleça novos parâmetros para a sua rotina. Limite os dias de consumo de álcool, evite o fumo (se possível, pare de fumar. Não há benefício nesta prática que também prejudica o bolso) e coma melhor. Faça opções assertivas no seu dia e se orgulhe disso. As escolhas boas sempre geram grandes frutos. Opte pelas escadas sempre que possível, ande ou pedale em vez de usar o carro, beba água em abundância e sorria. Sorrir é uma prática transformadora, se você der uma chance.

Abaixo compartilho alguma pequena fonte de inspiração para que seu primeiro contato com a ioga possa ser pessoal e livre de olhares curiosos que podem te deixar encabulado. São posturas simples e fáceis de atingir. A respiração ideal é lenta e comprida, com pausas ao expirar e inspirar. Acima de tudo o mais, a respiração deve ser natural, não se force a nada incômodo.



Namaste,
Carol Chilinque Self-Coaching
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