Já falei aqui sobre a diferença entre o líder transacional e o transformacional e você pode reler o artigo aqui mas hoje gostaria de falar um pouco sobre um recorte muito destacado entre os líderes transacionais - os líderes do tipo carrasco.
Não é recente ou desconhecida a crença de que a pressão psicológica, o assédio e as múltiplas agressões/pressões sociais são uma forma de gestão eficaz. Isso é uma tremenda falta de conhecimento e preparo pois qualquer estudo sociológico ou em administração aponta para o maior comprometimento dos colaboradores com os líderes transformacionais com que se conectem.
A imagem histórica do carrasco por muitas vezes transmite a ideia de poder e poder nunca pode ser demais, não é? Mas trata-se de um poder imposto, forjado à ferro quente sobre muito suor e lágrimas. Não é essa a imagem que queremos para nós. O poder deve ser um contrato assinado de bom grado pelos dois lados.
O líder transformacional tem a oportunidade de exercer um poder diferenciado, compartilhado em deveres e direitos e com ampla capacidade de se comunicar de maneira tanto vertical quanto horizontal. O gestor que lidera pois conquista este lugar de destaque no dia à dia é um líder parceiro, alguém porque todos os funcionários são capazes de se oferecer em sacrifício quando este for necessário.
Além disso tudo, utilizar a humilhação como forma de estimular os funcionários não é só inadequado como é ilegal. O ministério do trabalho e outros órgãos de ação local oferecem suporte para empregados que se identificam com a posição de assediados. Buscar ajuda é um direito e um dever pois muitas vezes somos o exemplo de que outros à nossa volta precisam.
Muitas vezes a pessoa que é vítima de assédio se sente culpada pela posição em que se encontra e, ao tentar resolver a situação sozinha, se expõe e se fere ainda mais. Se alguém próximo, que consiga falar por si, colocar um bom exemplo pode ser que outros sigam pelo mesmo caminho. Sendo você vítima ou testemunha, seja um grande exemplo, um grande líder ou simplesmente não seja o carrasco.
Não é recente ou desconhecida a crença de que a pressão psicológica, o assédio e as múltiplas agressões/pressões sociais são uma forma de gestão eficaz. Isso é uma tremenda falta de conhecimento e preparo pois qualquer estudo sociológico ou em administração aponta para o maior comprometimento dos colaboradores com os líderes transformacionais com que se conectem.
A imagem histórica do carrasco por muitas vezes transmite a ideia de poder e poder nunca pode ser demais, não é? Mas trata-se de um poder imposto, forjado à ferro quente sobre muito suor e lágrimas. Não é essa a imagem que queremos para nós. O poder deve ser um contrato assinado de bom grado pelos dois lados.
O líder transformacional tem a oportunidade de exercer um poder diferenciado, compartilhado em deveres e direitos e com ampla capacidade de se comunicar de maneira tanto vertical quanto horizontal. O gestor que lidera pois conquista este lugar de destaque no dia à dia é um líder parceiro, alguém porque todos os funcionários são capazes de se oferecer em sacrifício quando este for necessário.
Além disso tudo, utilizar a humilhação como forma de estimular os funcionários não é só inadequado como é ilegal. O ministério do trabalho e outros órgãos de ação local oferecem suporte para empregados que se identificam com a posição de assediados. Buscar ajuda é um direito e um dever pois muitas vezes somos o exemplo de que outros à nossa volta precisam.
Muitas vezes a pessoa que é vítima de assédio se sente culpada pela posição em que se encontra e, ao tentar resolver a situação sozinha, se expõe e se fere ainda mais. Se alguém próximo, que consiga falar por si, colocar um bom exemplo pode ser que outros sigam pelo mesmo caminho. Sendo você vítima ou testemunha, seja um grande exemplo, um grande líder ou simplesmente não seja o carrasco.










































