Como ter funcionários orgulhosos?


Caso alguém ainda não saiba, eu tive a oportunidade de passar um bom tempo trabalhando com empresas gigantes pelo mundo enquanto embarcada em navios do tipo transatlântico. Foi uma experiência fantástica e eu sou muito grata à vida pela oportunidade.

Mas voltei ao Brasil e a comparação é inevitável. Enquanto as empresas daqui não parecem se importar com o que o funcionário pensa - e eu sei que isso é uma generalização injusta com muitas- as de lá passam dia e noite tentando convencer os empregados de que a empresa em que trabalham é a melhor, a mais completa e feliz.

E funciona! Existe uma preocupação real em oferecer entretenimento, saúde, alimentação variada e horas de descanso. Nada disso acontece na prática porque cada um sabe de si e não somos todos uma massa homogênea de manobra, mas é sensível e visível esse empenho por parte da corporação. Cada um tem a sua reação pessoal para as propostas da companhia, mas todos conseguem ver as oportunidades.


Ai entra o pulo do gato, como diria meu avô... Se a empresa se preocupa com o seu bem-estar, é fácil fazer do funcionário um entusiasta, alguém que vai propagar pelos quatro ventos a beleza que é ser parte desta engenharia tão perfeita. Alguém que veste a camisa e defende o seu time com garra. O seu time e a sua posição em campo, é justo dizer.

E ai as empresas completam o serviço oferecendo cursos onde o funcionário é levado a entender seu lugar na firma, o que a frima promove e porque é a parte mais importante de toda a engenhoca corporativa. É genial! Eu fiz três destes cursos e achei bárbaro. Você acaba cada módulo mais comprometido e dedicado...

São cursos muito simples e rápidos. Acho que o mais longo durou três meses mas era com um encontro semanal. Na oportunidade, discutíamos a nossa função e a importância de nos comprometermos com a perfeita execução das nossas tarefas. É uma junção de estimular o amor próprio e pela empresa.

É um processo muito eficaz e pode ser diluído em pequenas inserções regulares na rotina do grupo. Assim pode-se desenvolver o trabalho individual enquanto se aumenta as conexões entre o funcionário e a totalidade de que é parte.

Mais importante do que adaptar este modelo a sua própria realidade, é entender que as pessoas só podem se orgulhar de forma genuína. Não adianta forçar um falso sentimento de orgulho ou a reação pode ser inversa e o resultado catastrófico. Dê aos seus motivo para se orgulharem. Se quiser saber como, eu já escrevi sobre isso aqui. 



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Qual o limite entre brincadeira e assédio?

A primeira coisa que ouvi da boca de munha supervisora, na ocasião, foi 'tenho ódio de cariocas'. Eu sou do Rio. Independente do sorriso dela, eu não me senti bem ou divertida pela brincadeira. Do contrário, me senti muito ofendida e diminuída em uma sala com mais de duzentas pessoas onde haviam dois cariocas.

Ouvimos ao logo dos anos na escola, e alguns de nós em casa, que o limite da brincadeira é a dor do outro. Eu mesma falo isso para o meu filho quase que diariamente. Se alguém se machuca com a brincadeira, então não é brincadeira. É assédio,é ofensa.

Não é tão difícil de identificar o assédio quando somos nós que promovemos a brincadeira e pode até acontecer de não percebermos de maneira nenhuma o que está acontecendo, mas é preciso haver um esforço neste sentido.

Cada vez que formos interagir com pessoas com as quais não temos intimidade, é preciso que tenhamos a atenção no nível mais alto com relação a possíveis ofensas ou desrespeito. Se coloque no lugar do outro. Sendo você hétero ou homossexual, gostaria que fizessem piadas acerca das suas questões pessoais? Então não faça sobre a vida do outro.

Você ruivo ou loiro ou moreno ou careca gosta que façam comentários jocosos sobre o seu cabelo? Pois não faça sobre o dos outros. A regra é assim simples: não faça com o outro o que não gostaria que fizessem com você.

No ambiente corporativo é ainda mais complicado lidar com piadas e comentários irônicos já que colocamos em um mesmo ambiente pessoas muito diferentes e com crenças e hábitos muitas vezes conflitantes. É um desafio mas é possível manter o respeito mútuo. Basta tentar.

Por mim, digo que já tive em uma mesma equipe um muçulmano e uma jovem americana recém saída de uma fraternidade. Não sei se você é capaz de imaginar o quão incompatíveis essas duas personalidades são. Mas com respeito e vontade de  fazer funcionar a coisa se arrastou até que deu certo.

Não é fácil mesmo e é preciso lembrar as partes que ofensas constroem um ambiente de trabalho destrutivo e nada produtivo, além de poder gerar um processo com consequências criminais para ambas as partes. Isso não é de desejo de ninguém, imagino.

Não acho que falta de respeito entre colegas seja um problema muito raro ou que seja administrado da forma correta. Na grande maioria das vezes, o próprio superior é o assediador, então façamos valer oque a lei nos garante. Assediados devem tentar resolver a situação de forma burocrática, recorrendo a superiores e colegas para que o problemas seja sanado.

Caso não dê certo, o ministério do trabalho (com minúsculas mesmo) possui dispositivos para denúncias deste tipo. Obtenha testemunhas ou evidências como bilhetes e gravações antes de se movimentar pois mais cara de pau do que assediar é dizer que não fez nada depois...


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O que tem na nossa garrafa além da água?

Hoje em dia temos observado uma maior atenção das pessoas quanto ao seu consumo diário de água. São pessoas mais instruídas e preocupadas com a sua própria saúde e bem-estar. Estamos envoltos na nossa correria diária mas nunca nos esquecemos da amiga de toda hora:a garrafa de água.

E ela nos acompanha para todo lado. Fica na bolsa, cabe com perfeição na lateral da mochila e se adapta à papelada na pasta. É uma grande amiga. Mas também pode trazer riscos á saúde. Garrafas devem ser higienizadas após cada uso e as do tipo descartáveis não podem ser usadas por mais do que três dias, mesmo sendo lavadas.

Isso porque o plástico é de estrutura diferente e não é tão fácil de higienizar. como tempo de uso, acumulam sujeiras microscópicas e podem se transformar em um rico meio de cultura para bactérias e vírus.

Doenças são facilmente transmitidas pelo compartilhamento de garrafinhas, então cada um com a sua e todos com garrafas bem limpas. As do tipo squeeze são boas para usar na correria dos dias pois impedem o contato da saliva com a água guardada. Ah! E a água servida deve ser consumida em até três horas.

Uma dica que sempre ofereço é que as empresas forneçam garrafinhas squeeze como um presente de boas vindas. Assim, garantimos uma equipe mais saudável e a propaganda da imagem da corporação passeando por ai nas academias, parques e passeios. É mais um ganhar-ganhar.

Uma outra dica que é muito válida é que use-se garrafas transparentes, assim podemos ver a limpeza ser feita, garantindo que está alcançando cada canto e podemos ver quando a água está acabando. E claro, garantir que o que está nas garrafas é mesmo água, certo?

Para lavar a garrafa, devemos usar uma escova longa com sabão e muita água corrente no enxague. Depois, uma solução de uma colher de água sanitária para um litro de água deve envolver a garrafa e tampa por cinco minutos antes de um último enxague. Lembre-se de lavar bem e retirar todo o desinfetante antes de encher novamente a garrafa.

Nunca, eu repito e grito NUNCA devemos ferver as garrafas. Alguns tipos de plástico soltam substâncias extremamente tóxicas em presença de calor. Se Você for investir em uma garrafinha para uso prolongado, procure as PBA FREE que não possuem tal química e podem ser fervidas sem problema.


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O que é a Universidade Corporativa?

Todas as vezes que me cai no colo uma consultoria de gestão de empresa eu fico muito feliz. Nem tanto é um trabalho quanto é um presente! Eu tenho verdadeiro amor pelo tema e faria este tipo de trabalho de graça se fosse preciso. Eu não sei se todos entendem a necessidade da universidade corporativa, mas eu entendo, aceito a importância e estimulo até na menor das organizações.

Quando alguém dá início a um negócio, não tem ainda a noção da grandiosidade que pode alcançar. Algumas vezes o sucesso é maior do que se dá conta, outras o sonho acaba ficando pelo caminho. Em todo caso, o ensino dentro da corporação é um grande instrumento de gestão e uma forma muito eficaz de re-inserir o capital.

Se o crescimento foi pouco e estamos com os mesmos três funcionários desde o início das atividades e dois anos já se passaram, ou seis meses que sejam, dependendo das suas projeções, é hora de colocar nossa mão de obra para estudar e se preparar mais. É hora de inserir nossos colaboradores no universo dos especialistas.

Neste caso, uma parte do expediente pode ser dedicada à pesquisa e desenvolvimento de nova tecnologia pelo e para o grupo ou pode ser eleito um curso à distância para que todos sejam capazes de oferecer mais valor agregado aos serviços. algumas horas por dia, algumas vezes na semana e a produção pode tomar uma nova forma e ganhar novos horizontes.

As empresas maiores tem ainda mais possibilidades de investir no ensino e melhoria dos colaboradores. Uma célula pode ser destinada a preparar e oferecer cursos de forma constante, com horários variados e área de interesse direcionada. Isso é o sonho.

Pense em um núcleo de ação e desenvolvimento que permite que funcionários passem uma hora por dia aprendendo novas formas de fazer o mesmo trabalho ou uma mesma forma em profundidade. Pense em funcionários aptos a negociar em mandarim com os fornecedores na China ou em hindi com os pesquisadores na India. Me diz se não é o sonho...

A empresa tem rotinas e os funcionários se adaptam as rotinas, abrindo mão de muita coisa, principalmente de sua vida pessoal. São horas de trânsito mais as horas de trabalho e as horas de descanso que são acrescidas no expediente. Se todos são liberados do trabalho uma hora mais cedo para se dedicar ao aprendizado e desenvolvimento profissional vai fazer falta na função que exercem? Não. Na verdade, a última hora trabalhada é a menos produtiva. Mas e se a última hora de trabalho for dedicada a algo mais que contar os minutos antes de sair? E se for dedicada a aprender? Isso vai fazer diferença.

Não existe muita orientação geral que possa ser dada quanto aos cursos que podem ser oferecidos, mas os mais óbvios são os de línguas, os técnicos voltados para a área de atuação da corporação, os de desenvolvimento de habilidades específicas ao cargo e os de lazer.

Lazer? Sim. Eu já falei sobre os benefícios da prática de Ioga aqui e também falei sobre a importância do exercício físico no melhor conhecimento de si em meu livro de self-coaching e é possível executar muitas atividades, neste sentido, dentro do ambiente de trabalho. Uma proposta que tento sempre 'vender' ainda que não lucre com isso, é a meditação duas vezes na semana ao final do expediente. Eu consigo ver com clareza os benefícios que essas duas horas trabalhadas a menos.

Em todos os casos, eu sugiro que uma certificação seja providenciada. Um diploma deve ser oferecido a quem concluir os cursos quando os cursos forem certificáveis. No caso de cursos que contem com grande número de estudantes e que seja de área de interessa da empresa, até mesmo uma cerimônia pode ser feita para que o valor do que foi produzido seja destacado.

Não é preciso nada grande mas uma celebração com água e bolacha água e sal em que se verbalize e torne visível o valor do esforço empreendido vale mais do que uma pataca de ouro de reconhecimento entregue em uma caixa pelos correios. Torne público o esforço de quem quer crescer e estimule-os a continuar da mesma forma que poderá estimular outros a buscar esse caminho. Faça seu funcionário sentir orgulho de ser parte deste grupo.

Emfim, a universidade corporativa é um reflexo do comprometimento de gestores com o futuro da empresa e passa por uma vontade de ver o grupo crescendo como um todo. Passa por um desejo não premeditado e ensaiado de ver grandes carreiras se formando e profissionais alçando voos mais altos. Pense bem, onde o seu funcionário voa, leva consigo o nome da sua empresa.


Pensando em criar a universidade corporativa na sua instituição? Vai ser um prazer te ajudar no processo. Me encontre em @carolchilinquecoaching no facebook ou pelo telefone 41 992877528


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Sorria! Tem dentista no saguão...

Eu paro muito para pensar sobre o que é demanda e o que é oferta na relação empregado-empregador, e tenho que parar uns minutos nesta vida e pensar a respeito do sorriso. De todo canto se exige que funcionários estejam sorrindo, e é luta individual buscar as condições para que se sorria.


Quando eu digo condições, estou sendo tão literal quanto se pode imaginar! Você já parou para pensar que quem tem problemas com os dentes tende a não sorrir? e será que este problema é assim tão raro? Imagino que não...

Assim, parei para pesquisar um pouco e descobri coisas muito interessantes... Você sabia que o sorriso é uma arma de não-agressão desenvolvida pelos primatas? Era uma fora de nossos ancestrais deixarem claro para os inimigos que não estavam atrás de briga.

Mais ainda! O sorriso não é aprendido, é uma reação natural a determinadas situações assim, crianças que nasceram cegas sorriem da mesma forma que as que nasceram enxergando. Ao longo dos anos as crianças que enxergam acabam sorrindo mais pois aprendendo a usar o sorriso de forma estética.


E se a empresa resolvesse ajudar os funcionários a sorrir? Na minha pesquisa descobri um deficit muito grande na demanda de material vivo para a prática nas faculdades de odontologia. A matemática é simples e todo mundo sai ganhando, acompanhe...

Uma empresa pode acomodar um estudante ou profissional de odontologia em uma sala onde este irá instalar sua cadeira e luz de forma temporária. Para a esterilização do material, somente usa uma tomada, nada de grandes exigências... Está montada a sala de atendimento.

Então temos funcionários com acesso à limpeza dos dentes com agendamento no mesmo dia e orientados sobre como cuidar do sorriso. Além disso, todos que precisarem podem ser encaminhados a um local mais adequado para cuidados maiores. O estudante ganha, o profissional ganha, o funcionário ganha, todo mundo ganha!


Isso não tem grandes custos para a empresa, muitos funcionários poderão se beneficiar, além de mostrar cuidado da corporação com os seus... Afinal, quem é que consegue, com as nossas horas de trabalho, ir até um dentista nos dias de hoje??



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Conheça melhor os seus colegas


A sua equipe é toda desconectada? Você não tem certeza? Você sabe o nome de todos os colaboradores da sua empresa? Conhece eles para, na segunda pela manhã, cumprimentar com mais do que um 'oi'? Isso é muito importante no mundo dos negócios porque em uma equipe desconectada trabalham indivíduos, não um time.

Nosso trabalho já não é fácil e às vezes parece impossível porque não só estamos trabalhando sozinhos, como também temos que trabalhar os limites entre as nossas obrigações e as dos nossos colegas. Isso quando algum colega não acaba desfazendo parte do nosso trabalho enquanto executa o próprio.

Mas não precisa ser assim. Existem estudos que apontam que o entrosamento entre colegas no ambiente de trabalho permite que os dois lados se beneficiem mutuamente. Não só não se atrapalhando, mas também se ajudando. 



Colegas de trabalho que dividem função, quando próximos, podem otimizar o trabalho um do outro e até otimizar todo o sistema de produção. Cada um quer ver o seu trabalho ser feito de forma mais acertada e rápida. Competições entre pares, neste sentido, são extremamente saudáveis.

Se cada um conhece os outros, não se perde tempo procurando os responsáveis por cada ponta do processo, todos sabem a quem recorrer e se identificam com o outro, de forma que vão ser proativos na resolução dos problemas, mesmo que não sejam problemas diretamente seus.

Assim sendo, levar os colegas a se conhecer mais, gerando proximidade e empatia, e a se relacionar melhor é uma grande estratégia de melhoria na produtividade, além de criar um ambiente de trabalho  muito mais leve e saudável para todos. 


Precisa de ajuda para conectar a sua equipe? Nós resolvemos isso rápido. Me encontre em @carolchilinquecoaching no Facebook.

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Só sabe mandar quem sabe fazer

Muitos anos atras a minha tia Laura me apresentou a esta triste realidade da qual nunca mais pude escapar. Eu só questionei o porquê de ter que fazer faxina com a minha avó enquanto todos os meus amigos brincavam na vila onde passei a maior parte de minha infância e esta foi a resposta dela: "-Só sabe mandar quem sabe fazer."

Claro que não aceitei o argumento. Afinal, eu seria muito rica e teria muitos empregados para fazer o trabalho pesado por mim. Assim eu pensava. Doce infância, doce ilusão que perdemos e que não volta mais... rs Levaria mais de duas décadas para que eu entendesse, com clareza, do que ela falava.


É possível ter todo tipo de funcionário, do bom e comprometido ao desleixado que está de passagem desde que chegou. Somente sabe diferenciá-los quem entende o trabalho que fazem a ponto de dizer a diferença entre o que se importa com o que faz e o que faz porque precisa fazer. Por isso todos temos que saber segurar a vassoura e varrer a casa antes de cobrar que a casa está mau varrida.

Se não dominamos o processo de produção a que pertencemos, sendo gestores, colaboradores ou proprietários, estamos reféns do que nos for apresentado e dos julgamentos de valor e prioridade de outrem. Se não entendermos cada etapa do processo produtivo com um mínimo de segurança, qualquer informação que nos for ofertada vai ter que ser aceita como verdade porque não vamos ter como formar a nossa própria opinião.

Assim é importante saber das partes que compõem a totalidade do universo em que estamos inseridos profissionalmente. Pro que valha, do universo pessoal também, mas desse não vou falar aqui. Mesmo que superficialmente, precisamos saber de onde veio a peça cujo parafuso apertamos para que executemos bem a nossa função. E devemos saber para onde vai a peça depois de apertarmos bem o parafuso, para que os movimentos sejam determinados.


Eu adoro o filme 'Tempos Modernos' e sempre penso que a maior loucura de todas é passar o dia apertando dois parafusos que não pertencem a nada, são só dois parafusos na esteira. Será que se o processo inteiro fosse claro para o Chaplin ele não teria motivação suficiente para apertar os parafusos sem problemas? Claro que estou limitando aquela obra de arte a um pedacinho mínimo mas só me interessa esse recorte aqui.

A qualidade do que se faz também só é garantida pela maestria de alguém que se comprometeu com uma função e a conhece bem. Assim, não adianta comprar uma fábrica de calçados que tem problemas significativos de devolução por defeito se você mesmo não sabe como orientar a colagem de uma sola.

Tia Laura deu a lição muitos anos atrás e eu transmito a vocês. Usem.



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Promover a diversidade toda hora e em todo lugar

A diversidade, em toda a sua diversidade, está em alta. Agradeçamos. Não tem coisa mais chata do que ser mais uma ervilha em um grande pote de ervilhas... Nos dias de hoje fica até mesmo dificil pensar as metáforas já que boa parte das habituais podem ofender algo ou alguém, mas acho que as ervilhas ficam em terreno bem noutro.
Tem sim uma parte bem chata nisso tudo, uma repetição eterna de censuras sequenciais que não nos permite usar a livre criatividade, mas é um mal necessário. Enquanto existirem pessoas que consideram que somos divididos por raças e que umas são melhores do que as outras, vai ser necessário uma separação grande e bem declarada do que é brincadeira e do que é ofensa.

Os muros que impedem a comunicação e o crescimento humano são construídos com esses pequenos, embora significativos, tijolos. e assim vamos nos isolando, nos diferenciando, nos estranhando. Muros altos e resistentes, bater de frente não adianta de nada. nesta metáfora, ou se dá a volta e tenha-se outro caminho para se re-encontrar com a sua própria humanidade ou começamos a desconstruir as paredes em um trabalho de formiguinha.


Sem tirar o mérito do trabalho das pequenas, acho fantástico o que conseguem com um corpinho tão pequeno e frágil, mas é um trabalho ingrato que consome um ano inteiro de produção massante e desgastante por três meses de conforto no inverno. Achar que isso é vida é como aceitar que a taxação do governo em cima do salário do trabalhador como sendo possível ou justa em qualquer medida (e aqui excluo políticos e mega-empresários do nicho dos trabalhadores).

Mas vamos esquecer dos sete meses que trabalhamos, ao ano, só para pagar imposto e vamos focar na diversidade. Esta pequena e gigantesca palavra que acomoda toda a humanidade em suas onze letrinhas me motiva a escrever muito já faz tempo... Eu escrevi sobre diversidade na minha monografia que você pode ler aqui e escrevi também em um artigo mais recente neste mesmo blog. É um tema fascinante e inesgotável.

Estamos todos - espero que todos - chocados assistindo, de longe as manifestações racistas que tem acontecido ao norte e não entendemos como isso acontece em meio a tanta informação e com uma história tão recente de genocídio sendo estudada pelas nossas crianças na escola. Permitam-me compartilhar a minha opinião.

Cada vez que optamos por colocar nossos filhos em uma escola onde não se vê um único negro ou um cadeirante, ou uma criança com traços orientais ou um ruivo que seja, estamos contribuindo para a construção de uma imagem monocromática do universo. Digo monocromática mas pensem em cores, formas, sabores....

Estamos aqui, no nosso universo, onde todos tem cabelos esticados e pele clareada pela maquiagem. Hoje,ainda mais democrático: homens e mulheres aceitaram este mesmo padrão. Soa assim tão distante? Nada contra as escovas e maquiagens, também já estive lá, mas estou falando da adoração velada de imagens que não refletem a nossa realidade.

Olhos claros são mais bonitos porque? Cabelos loiros são a opção sempre porque? Porque as roupas que usamos refletem em 100% a nossa tradição européia e ignora toda outra influência que tivemos enquanto nação? Onde está, no nosso gaurda-roupa, aquele um-único-mísero-isolado-e-egoísta item que remete às nossas raízes africanas ou a cultura oriental, tão presente na nossa história? Porque somente usamos adereços com padrões indígenas quando estão nas capas dos editais de moda? Todos temos o direito de gostar desse ou daquele ítem/pessoa mas, independente das preferências, devemos respeitar a existência de todas as diferenças.

Trocando em miúdos, como você, gestor, pode problematizar a monocromia da vida e fazer do seu ambiente de trabalho um lugar do encontro? Sendo sensível e crítico quanto aos critérios usados em contratações e nos processos internos de crescimento. Dando oportunidade a todos e estimulando culturas diferentes a agregarem seu valor e seu conhecimento ao grupo.

Isso não é um preço que se paga em ser politicamente correto ou algo assim... Isso é aceitar que existem diferenças e respeitá-las. É ir além do aceite da diferença e acreditar que grupos diferentes pensam diferente e que da diferença vem crescimento. Por isso as embalagens de milho com ervilha são mais caras do que as de milho ou ervilha individualmente. Elas carregam, em si, todo o potencial do encontro das diferenças.

Você já parou para pensar na percepção de mundo que têm os deficientes? Independente da deficiência, todos tem que experimentar o universo ao seu redor sob filtros diferentes. Isso permite que tenham uma visão única e transformadora da realidade. Esse é o tipo de contribuição que você precisa ter na sua equipe.


Então olhe ao redor, observe o universo de informações que cada um carrega consigo e permita que todo esse potencial se expresse, se manifeste, que exista. Seja você o primeiro a questionar a uniformidade sócio-cultural do seu grupo que, confortável por ser mais uma ervilha no saquinho verde, teme o que poderá surgir do encontro com a realidade mística e assustadora com o milho. Promova esse encontro. Faça o potpourri acontecer e delicie-se com o resultado. Seja a mudança que quer ver no mundo, já disse alguem que sabia mais do mundo do que você ou eu.


Se precisa de ajuda para trabalhar a diversidade dentro da sua equipe? Deixa que eu te ajudo. Me encontre no Facebook em @carolchilinquecoaching

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O sucesso começa junto com a vida - dicas para estimular crianças a serem adultos vencedores

Quando nascemos, nasce mais do que carne e ossos que, juntos, se desenvolvem ao longo de uma vida. Com cada um de nós nasce um potencial, uma chance e uma escolha. nasce um quadro branco onde toda a nossa história vai ser escrita. E esse mesmo quadro vai se repetir, dia após dia, nos acompanhando enquanto crescem nossos ossos e carne. 

Podemos assistir a todo o desenvolvimento das crianças à nossa volta de forma ativa ou passiva, e esta escolha é nossa. O destino de cada criança pode ser mudado pelo que colhem de seu encontro conosco e ai cabem os filhos, sobrinhos, vizinhos e até a criança que você verá somente uma vez na vida.  



É na infância, das experiências e encontros que vivem, que os futuros adultos vão aprender e apreender. O que somos hoje é fruto do que nos ofertaram ontem e, por isso, proponho a todos que parem para pensar no que gostariam de ofertar aos pequenos de hoje. 

Eu sou mãe e, assim sendo, já dediquei algum tempo para pensar nisso, mas a reflexão é válida para todos. Um adulto feliz vivenciou a felicidade, um adulto que desiste experimentou a desistência, bem como um adulto bem sucedido saboreou o sucesso no seu ambiente enquanto criança. 

Existem algumas formas de ajudar e estimular os pequenos a conquistarem o que desejam. Primeiro na lista, destacado, sublinhado, em caixa alta, escrito em negrito e sobre-escrito com o marca-texto mais chamativo que você tiver, está o exemplo que você dá. Ninguém aprende a comer alface em uma casa onde as refeições são de pedra.



As crianças tem exemplos em alguns jovens com mais idade e, principalmente, nos adultos com que se identificam mais ou têm maior proximidade pelo convívio. Se é o seu desejo que as crianças sejam capazes de desenvolver as suas habilidades e alcançarem o sucesso, dedique-se a fazer isso você também. 

Não seja um provedor, seja participativo. Estudos mostram que, entre crianças com acesso aos mesmos brinquedos e livros, as que tiveram a presença dos guardiães durante os processos de estudo e brincadeira desenvolveram um QI mais alto. Assim sendo, não basta oferecer as ferramentas, é preciso estar lá para ensinar a usar. 



Ajude a criar e tornar viável uma rotina. Em todas as fases da vida é importante ter uma rotina regrada que vise o melhor aproveitamento do tempo na execução das tarefas com segurança, além de garantir as horas de alimentação e descanso. Ajude a construir a rotina e seja parte dela até onde for possível. Não mande para a mesa comer, esteja na mesa junto, sendo exemplo e companhia.

Rotina inclui o cuidado com a casa (crianças desde bem pequenas podem ajudar com tarefas simples e que não oferecem risco que vão ficando mais complexas com o tempo), com os pertences pessoais, a preparação do material individual para o dia seguinte, o preparo de marmitas e escolha das roupas que vão usar.


As horas de estudo e higiene podem ser partilhadas entre a familia inteira sem problemas. Além de ensinar comportamentos saudáveis, melhora a qualidade do tempo compartilhado. Combinem a hora de ler e de produzir material escrito. Estimulem o gosto pela arte e a sensibilidade das crianças com horas para pintura e recorte-e-colagem, por exemplo. Talvez promover uma apresentação dos trabalhos individuais para o resto da familia possa render boas horas de convivência construtiva. 

Tenha tempo para ouvir e para falar. Todos temos rotinas corridas. Não nego isso e aceito as limitações da minha própria rotina. Mas será que nossa vida está tão corrida que não existe mais tempo para sentar e explicar o porque da cor do céu? 


A grande maioria esmagadora dos jovens de hoje não sabe usar um dicionário físico. Simplesmente não conseguem entender a lógica das palavras se organizando pelas letras em sequência. Quantos de nós não mandou o filho fazer pesquisas no santo Google porque pegar o pesado e empoeirado "pai dos burros" daria muito trabalho? Não precisa muito tempo. exercite isso no convívio diário. Ouça as questões e estimule as crianças a buscarem uma resposta. Se o momento for inoportuno, pare e olhe a criança nos olhos enquanto explica porque deixará para responder às questões apresentadas em outra hora. 

Estimule os hábitos positivos como a montagem de um prato colorido, a organização dos pertences e cuidados com a casa. Em tudo podemos ser um exemplo positivo ou negativo. Da mesma forma que é importante ser assertivo com um adulto para que cresça nele a auto-estima, é importante fazê-lo com uma criança. Estimulando a criança então, o gasto com a terapia é, consideravelmente, menor ao longo da vida. Vale a pena investir em crianças bem-sucedidas se não pelo mundo melhor que podemos construir, pelo bem de nossos bolsos. rs 
   


Precisa de ajuda para pensar os cuidados com a sua equipe de pequenos? Eu ajudo. Me encontre em @carolchilinquecoaching no Facebook ou pelo telefone 41 992877528


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O dilema de convidar, ou não, os colegas de trabalho para eventos em casa

Vamos lá, levante a mão quem nunca se viu em uma tremenda saia justa por convidar um colega de trabalho para um evento social em sua casa e ter que convidar outro que chegou na sala em meio à conversa. Eu sei que todos passamos por isso, é quase necessário em um ambiente profissional, entrarmos uns nas conversas dos outros e a educação nos impõe que convidemos.


Não tem saída fácil para a situação. Sempre vai ter o perna de pau querendo se juntar à galera para o futebol do domingo (aquele que era secreto...), a escandalosa se oferecendo para pagar a primeira rodada no bar pro qual não foi convidada, o chefe perguntando o endereço da festa do seu filho onde não entram adultos. É normal.

Aceitar também não é a saída, até porque algumas vezes você só queria mesmo estar com amigos e relaxar, o que fica difícil com o maior fofoqueiro da firma puxando assuntos desagradáveis enquanto bebe o seu whisky favorito que nem fora oferecido aos presentes.

Mas vamos por partes... Primeiro, é importante preservar a boa convivência entre os colegas, de forma que para evitar situações desagradáveis, descrição é sempre uma necessidade. Não convide ninguem para um evento seleto em solo inimigo. Use o telefone ou convide na hora do almoço. evite criar um momento chato para todos.



Depois eu tenho uma sugestão: pense se o evento é mesmo seleto. Será que não dá pra acolher os outros colegas e produzir ainda mais irmandade entre vocês? Uma equipe forte é unida e um ambiente onde todos podem se considerar amigos é o sonho, não?

Sei que nem sempre dá para receber todos em todo tipo de evento, mas um esforço é possível e ser um agregador de pessoas é um prazer que todos merecemos sentir. Promover encontros positivos pode trazer a sua rotina para um ambiente de trabalho mais agradável e produtivo. Vale tentar.



Talvez o que falte para que a pessoa seja mais agradável entre os colegas de trabalho é que os seus pares tenham o tempo que precisa para conhece-la. Nem todos são agradáveis ao primeiro olhar mas, se olharmos com calma, todos são interessantes de alguma forma. 


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Como manter o bom hálito durante o expediente?

Quem nunca passou por momentos de desespero durante o trabalho ao perceber que o hálito já estava insuportável e nem bala deu jeito? Vamos lá, levante a mão! Possível que já tenha acontecido com todo mundo.

Na escola eu corria constantemente para a cantina para comprar incontáveis tubos de Halls logo antes da saída. A hora da saída é relevante nisso tudo, por isso foi mencionada. Uma das causas de halitose são os longos períodos sem se alimentar. É ai que o problema começa...

Trabalhando, necessariamente passamos por longos períodos de jejum, o que leva o nosso sistema digestivo a desacelerar, produzindo menos saliva, por exemplo. A boca ressecada permite que a saburra lingual (placa esbranquiçada ou amarelada que se encontra na parte do fundo da língua que é formada por bactérias) se desenvolva excessivamente.

Neste ponto vale lembrar da importância de se manter hidratado ao longo do dia, consumindo água em pequenas quantidades e de forma continua. Um corpo hidratado funciona em sua melhor forma, inclusive no que concerne à digestão. Para ler o post sobre consumo de água ao longo do dia e no trabalho, clique aqui.

Voltemos aos períodos de jejum... O que se pode fazer em relação a isso? Organizar os horários para que, entre três e quatro horas, uma pausa seja feita para se alimentar. Ainda que seja uma barra de cereal ou dois biscoitos de água e sal, alguma coisa tem que ser ofertada ao estômago para que se ocupe de algo além da 'autofagia'. rs É brincadeira, mas é sério.


Mas os problemas não provenientes da boca somam menos de cinco por cento dos casos de mau hálito. Os casos mais comuns são cáries, problemas na gengiva, próteses mal adaptadas e feridas na boca. Tudo que ofereça terreno fértil para a proliferação de bactérias. Sim, elas são as grandes responsáveis pelo odor inconveniente.

Em alguns poucos casos, o mau hálito pode ser sinal de um problema maior e vale ser investigado, como dificuldade de respirar pelo nariz, diabetes e alterações hepáticas. Mas na grande e esmagadora maioria dos casos, são as bactérias mesmo as responsáveis pelo problema.

O que fazer nesses casos? Higiene bucal. Escovação esmerada dos dentes e da parte interna toda da boca como parte interna das bochechas e língua. Existem escovas especiais para a higiene da língua, se for de seu interesse. Outras escovas trazem um limpador de língua na parte de trás da cabeça. (São aquelas ranhuras que nunca fizeram sentido).

Existem alimentos que ajudam a manter a higiene da boca, embora não dispensem a escovação. São alimentos fibrosos que ajudam a fazer a limpeza mecânica dos dentes, deixando-os mais lisinhos. são bons alimentos para ingerir nos lanches pois são fáceis de transportar e resistentes. São eles a maçã, a cenoura crua, alface e a cana de açúcar.

Para uma digestão saudável que não produza odores indesejáveis, o glorioso e sempre adorado gengibre é uma alternativa. Adicionado na própria comida ou consumido como bala ao longo do dia, ajuda o estômago a trabalhar melhor. Nesta mesma categoria de auxiliar de uma boa digestão está o limão, que pode ser consumido na comida ou na forma de suco.

O grande erro que todos cometem e que eu mesma cometi por anos e anos até que uma cárie me levou ao dentista, profissional capaz de nos orientar a respeito, é consumir pastilhas ao longo do dia para disfarçar o mau hálito. Estas pastilhas, como os refrescantes bucais e chicletes, oferecem um paliativo para o problema, mas o mesmo persiste e pode se agravar.

Pastilhas dão à boca a informação enganosa de que está ingerindo comida, o que faz com que o estômago comece a trabalhar produzindo os ácidos da digestão. Organismo acelerado e pronto para a comida que.... não virá. E está montado o circo dos horrores: estômago cheio de ácidos e sem comida, boca cheia de açúcar para alimentar as bactérias.

Portanto, se organize para ter uma alimentação saudável e manter a higiene da boca. Uma pequena bolsinha pode carregar escova, pasta dental e fio para que a higiene seja mantida ao longo do dia. Para se informar mais sobre alimentação durante o expediente, leia aqui o post sobre o assunto.


Lembre-se de consultar o médico ou o dentista se o problema persistir. 


CCCoaching
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A bolsa de valores para iniciantes

Certamente eu não sou a única que já olhou para a manchete do telejornal sobre a renda das ações de alguma empresa e pensou em comprar ações no dia seguinte. A bolsa de valores guarda, em si, a magia dos enriquecimentos imediatos mas também carrega o fardo das grandes e irremediáveis falências.


E porque ainda é uma forma muito procurada para enriquecimento? A resposta está nas oportunidades de enriquecimento. Mesmo com a possibilidade de perder dinheiro por segundo, a bolsa ainda oferece a oportunidade de ganharmos dinheiro por segundo, o que é razoavelmente atraente.

No mundo dos índices intermitentes, os grandes investidores e agentes são chamados tubarões. Eles transitam com muita segurança pelo mar de informações que têm disponível caçando os melhores lugares para investir. Neste mar, queridos, seremos sempre sardinhas. Mas sardinhas também comem, acreditem.

A mesma chance que um investidor da bolsa tem de ganhar dinheiro, tem de perder, então não faça deste o seu sustento! É possível começar a investir com muito pouco e com razoável segurança, mas existe sempre um risco. Este é o tipo de prática que devemos reservar para o 'extra', não para o dinheiro reservado para o gasto fixo da casa.

Assim, chegamos ao primeiro ponto essencial deste post: entender a diferença entre dinheiro e capital. O dinheiro é a moeda usada na compra e venda de material ou na contratação de serviços. São as notas e moedas que circulam pelas nossas carteiras. Capital é uma referência a riqueza, ao patrimônio financeiro da empresa ou da pessoa física. É a medição de uma capacidade de iniciar ou manter um negócio. É esse extra que pode ser investido na bolsa pois não está ligado ao sustento da casa.

Para saber o quanto de capital você dispõe, é preciso que haja um exímio planejamento dos seus gastos. Como estamos falando de investimentos a médio ou longo prazo (os que podem trazer lucro para valores investidos muito baixos), exercite a sua paciência e acompanhe por um semestre os seus gastos. Mantenha notas de tudo que entra e tudo que sai.

Ao final de seis meses, é possível que já tenha uma ideia concreta de quanto poderá investir. O próximo passo é buscar um banco ou corretora para abrir conta e começar a investir. Todo atravessador vai cobrar pelo seu trabalho, então pesquise as instituições e tenha certeza da solidez do negócio a que vai recorrer para investir o seu capital.

Em geral, para investir pouco, temos que ter atenção aos custos de operação. São estes valores de 'corretagem' e de 'taxa de custódia'. Na média, não devem ser superiores a 1% do valor total investido. A conta é simples: se custa mais do que 1% para manter o investimento, você deverá investir em algo que renda mais que 2% para ter lucro. Isso já é uma dificuldade a mais.


Isso funciona a curto, médio e longo prazo. Você pode comprar de manhã e vender seus títulos todos os dias. É um jogo arriscado, entretanto. Uma segunda opção é aplicar o seu capital nos fundos de renda fixa.

O CDB e o Tesouro Direto são os mais populares. Neste caso. você custeia grandes movimentações de organizações imensas com um lucro previamente fixado para um determinado período. São movimentações consideradas conservadoras, pois têm pouco ou nenhum risco.

Os fundos de renda fixa têm a desvantagem da liquidez em relação aos investimentos em fundos de ação, por exemplo. Com a compra e venda de ações, no momento que você não quiser mais investir é só vender tudo e ir para casa. Não está preso a nenhum tipo de prazo. 

Eu imagino que quem precise da minha ajuda para entender um pouco mais sobre investimento de valores não entenda nada do assunto, então vou agora ao segundo ponto de tradução desta postagem: o Home Broker.

Antes da revolução tecnológica que vivemos começar, era necessário passar por atravessadores e pagar muitas taxas no caminho, enquanto tentava-se investir na bolsa. Hoje, abrindo uma conta em uma corretora, é possível fazer a compra e venda de ações de casa. Claro que é uma movimentação muito arriscada, uma vez que estará sozinho durante o processo, mas o custo é consideravelmente menor.

Grandes bancos oferecem a possibilidade de investir valores variados de casa, on line. Oferecem ferramentas que calculam custos e possíveis resgates mas não oferecem a consultoria de casa. Para iniciantes, talvez seja bom iniciar com uma corretora. custa um pouco mais mas o aprendizado e consultoria vêm junto.

Sempre é bom contar com mão-de-obra especializada. Procure ajuda ao iniciar seus movimentos de investir na bolsa para escolher a forma mais adequada de investir e a que se encaixa melhor em seu perfil. Depois disso, é só colher os frutos. Sucesso!



Carol Chilinque Self-Coaching
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