O otimismo é uma atitude, é uma prática, é uma filosofia de vida. Isso, entre muitas outras respostas, é o que encontramos ao buscar o significado de otimismo nos dicionários virtuais coparticipativos. Gosto de pensar que não é um dom, outra definição comumente encontrada, ou eu estaria fadada a uma vida de pessimismo.
Li esses dias que o otimismo é uma predisposição que temos (ou não temos, e o não ter é assustador) para ver as coisas de forma positiva. Se ser otimista é uma condição genética e imutável, em que afeta a nossa vida? Ser otimista nos ajuda ou atrapalha?
Ser otimista confere às pessoas a possibilidade de ver as coisas por um outro ângulo a todo momento. O otimista sempre tem novas perspectivas para o mesmo problema e vê saída onde todos os outros já desistiram. O otimista, ao contrário dos céticos e pessimistas, está sempre em paz pois sabe que vai dar certo.
Os otimistas são mais assertivos e não aceitam a derrota, estão sempre buscando a forma de fazer dar certo. O que isso significa? Significa que os otimistas estão mais propensos ao sucesso. Sim, o sucesso pode vir para todos, mas se você não desiste e joga a toalha a cada passo, você tem mais chances de vencer.
E se não bastasse a leveza de ser e as maiores chances de sucesso, estudos comprovam que os otimistas vivem mais e sofrem menos de morte súbita como em um infarto ou derrame. Isso porque se preocupam menos com os tropeços a que nós, os outros, damos tanto valor. Eles sabem que vai dar certo e aguardam o tempo.
A parte boa de tudo isso é que o otimismo é contagioso e pode ser desenvolvido enquanto capacidade. Exercitar a busca pela beleza das coisas é um grande desafio, mas é possível. Já ouviu falar que você é a média das cinco pessoas entre as quais convive? Pois cerque-se de otimistas e observe as mudanças que vão acontecer com você e o seu entorno.
Pesquisas já confirmaram que nos aproximamos sempre de pessoas semelhantes em hábitos e crenças, o que me faz crer que um cético esteja sempre cercado por outros céticos. Buscar a presença de otimistas e sobreviver a constante alegria entusiasmada dos mesmos pode ser, então, o grande desafio.
Aceitemos, então o desafio. Por que escolher ver tudo em preto e branco e negar a nós mesmos essa chance de colocar mais cor nos nossos dias? Como a Pollyana de Eleanor Porter, vamos jogar o jogo do contente e colocar as coisas mais belas sempre à frente.
Quer desenvolver seu otimismo? Eu te ajudo. Me encontre no Facebook em @ccselfcoaching ou pelo telefone 41 992 877 528
Carol Chilinque Self-Coaching
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