Atire a primeira pedra quem não tem aquele amigo de longa data que já considera família. Aquele cuja mãe sabe das suas dificuldades mais secretas porque também já te deu colo em um momento de dor. Aquele mesmo que sabe sua senha do banco e o mais chocante: o padrão de desbloqueio do seu celular.
Pois é, eu tenho esta teoria muito particular de que existem grupos de pessoa que recebem o título de família e a todos devemos respeitar e honrar. são pessoas que fazem parte das nossas vidas por motivos diferentes e se tornam indispensáveis, além de eternas.
Com um amigo é fácil ver esse laço formado e com a família de sangue é ainda mais evidente a conexão. Mas existem ainda as duas outras categorias: de IPTU e de holerite. Tem coisa que é melhor aceitar logo... Uma delas é que a sua família também é composta pelos seus vizinhos e colegas de trabalho.
Já pensou a sua vida sem os seus colegas que te ajudam e atrapalham todos os dias? Como vai ser a vida sem a conversa no corredor que tira do peito a briga que teve em casa e sem o papo sobre futebol enquanto tomam um café? Aceite, são insuportáveis algumas vezes, mas são a sua família.
Algumas vezes vamos passar mais tempo com a nossa família do trabalho do que com a nossa família de sangue ou de coração, então é melhor pra ticar as lógicas sociais familiares a todo o tempo: respeito aos espaços individuais e uma dedicação extraordinária para que a convivência seja amena e prazerosa.
A família de IPTU é a mais complicada. Ai eu gosto de pensar as relações entre irmãos como um exemplo porque cada um tem o seu espaço, mas os espaços são muito intimamente relacionados de forma que os embates serão constantes, não importa o que faça.
Em algum momento um vai achar que o outro está invadindo a sua intimidade e ai só a mãe pra separar. Sendo todos crescidos, essa mediação fica mais difícil. A polícia ou o síndico vão fazer esse estressante papel. Mas isso não será necessário se cada um fizer o que acha que pode pela boa convivência.
As vezes é uma questão de bom senso, ás vezes não existe bom senso e só teremos uma família que convive bem se abrirmos mão de algumas demandas em benefício do todo. Afinal, todos devemos concordar que não há nada melhor do que se dar bem com a família e ter a quem recorrer quando precisar, certo?
Carol Chilinque Self-Coaching
Pois é, eu tenho esta teoria muito particular de que existem grupos de pessoa que recebem o título de família e a todos devemos respeitar e honrar. são pessoas que fazem parte das nossas vidas por motivos diferentes e se tornam indispensáveis, além de eternas.
Com um amigo é fácil ver esse laço formado e com a família de sangue é ainda mais evidente a conexão. Mas existem ainda as duas outras categorias: de IPTU e de holerite. Tem coisa que é melhor aceitar logo... Uma delas é que a sua família também é composta pelos seus vizinhos e colegas de trabalho.
Já pensou a sua vida sem os seus colegas que te ajudam e atrapalham todos os dias? Como vai ser a vida sem a conversa no corredor que tira do peito a briga que teve em casa e sem o papo sobre futebol enquanto tomam um café? Aceite, são insuportáveis algumas vezes, mas são a sua família.
Algumas vezes vamos passar mais tempo com a nossa família do trabalho do que com a nossa família de sangue ou de coração, então é melhor pra ticar as lógicas sociais familiares a todo o tempo: respeito aos espaços individuais e uma dedicação extraordinária para que a convivência seja amena e prazerosa.
A família de IPTU é a mais complicada. Ai eu gosto de pensar as relações entre irmãos como um exemplo porque cada um tem o seu espaço, mas os espaços são muito intimamente relacionados de forma que os embates serão constantes, não importa o que faça.
Em algum momento um vai achar que o outro está invadindo a sua intimidade e ai só a mãe pra separar. Sendo todos crescidos, essa mediação fica mais difícil. A polícia ou o síndico vão fazer esse estressante papel. Mas isso não será necessário se cada um fizer o que acha que pode pela boa convivência.
As vezes é uma questão de bom senso, ás vezes não existe bom senso e só teremos uma família que convive bem se abrirmos mão de algumas demandas em benefício do todo. Afinal, todos devemos concordar que não há nada melhor do que se dar bem com a família e ter a quem recorrer quando precisar, certo?
Carol Chilinque Self-Coaching
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