É difícil não entrar em pânico quando nos deparamos com uma situação com a qual não sabemos lidar. A experiência é ainda mais intensa se o problema for no trabalho e nossa carreira estiver em jogo. Ai toda a situação é agravada pelos possíveis desfechos infelizes que passam por nossas cabeças.
Claro que tentamos nos antecipar de toda forma para que estejamos prontos para lidar com as dificuldades mas nem tudo que acontece é previsível e nem todo risco é calculável. Tentamos cobrir as possíveis situações problema mas temos que nos preparar também para as situações que não foram previstas porque estas são as mais assustadoras.
A segurança que temos em nós mesmos é um fator decisivo neste caso. É importante ter domínio da função e segurança nas rotinas e procedimentos padrão. Conhecer os possíveis desdobramentos de um serviço mal feito, de falhas humanas ou de equipamento, mas também saber quais as suas limitações na hora de contornar o problema.
Depois de preparado para lidar com a função nos bons e maus momentos, é preciso estar atento para identificar o problema tão logo ele aconteça, de forma a minimizar danos diretos e indiretos. Não raro, uma falha na produção ou serviço afeta todo o sistema e não só a área inicialmente identificada.
De posse da informação completa acerca do problema, devemos traçar estratégias de correção e contenção para que não só tratemos da causa do problema mas também façamos a correção dos processos falhos que gerou.
Identificaremos, então, as potenciais reações negativas ao processo corretivo e possíveis percalços no caminho como resistência a sua estratégia ou material de trabalho limitado. Se você não é o único responsável pela correção, esta parte pode ser a mais desafiadora pois é um grande acontecimento lidar de forma assertiva com uma crise e todos querem ser o salvador do sistema. Neste caso, o melhor a fazer é estabelecer parcerias e formar uma equipe focada na solução, em vez de criar desavenças.
Estabeleça um tempo para a implantação da solução e para que os resultados possam ser observados. Assim, se algo não estiver funcionando, você vai ter tempo para colocar o plano B em ação. Isso, tenha um plano B. Nada mais importante do que fazer planos nesta vida. Esteja pronto para as alternativas porque elas existem e nem sempre vai ser a estrada principal a melhor opção de translado.
Claro que tentamos nos antecipar de toda forma para que estejamos prontos para lidar com as dificuldades mas nem tudo que acontece é previsível e nem todo risco é calculável. Tentamos cobrir as possíveis situações problema mas temos que nos preparar também para as situações que não foram previstas porque estas são as mais assustadoras.
A segurança que temos em nós mesmos é um fator decisivo neste caso. É importante ter domínio da função e segurança nas rotinas e procedimentos padrão. Conhecer os possíveis desdobramentos de um serviço mal feito, de falhas humanas ou de equipamento, mas também saber quais as suas limitações na hora de contornar o problema.
Depois de preparado para lidar com a função nos bons e maus momentos, é preciso estar atento para identificar o problema tão logo ele aconteça, de forma a minimizar danos diretos e indiretos. Não raro, uma falha na produção ou serviço afeta todo o sistema e não só a área inicialmente identificada.
De posse da informação completa acerca do problema, devemos traçar estratégias de correção e contenção para que não só tratemos da causa do problema mas também façamos a correção dos processos falhos que gerou.
Identificaremos, então, as potenciais reações negativas ao processo corretivo e possíveis percalços no caminho como resistência a sua estratégia ou material de trabalho limitado. Se você não é o único responsável pela correção, esta parte pode ser a mais desafiadora pois é um grande acontecimento lidar de forma assertiva com uma crise e todos querem ser o salvador do sistema. Neste caso, o melhor a fazer é estabelecer parcerias e formar uma equipe focada na solução, em vez de criar desavenças.
Estabeleça um tempo para a implantação da solução e para que os resultados possam ser observados. Assim, se algo não estiver funcionando, você vai ter tempo para colocar o plano B em ação. Isso, tenha um plano B. Nada mais importante do que fazer planos nesta vida. Esteja pronto para as alternativas porque elas existem e nem sempre vai ser a estrada principal a melhor opção de translado.
Plano traçado, tempo correndo e parceiros alinhados, só resta partir para cima do problema de forma consistente e com muita segurança. Sempre, e eu repito, sempre vai haver a possibilidade de algo dar errado mas se você cobrir as bases do plano de controle e prevenção de crises não tem porque ter medo do problema, ele vai ser só mais um desafio para o qual você vai estar preparado.
Carol Chilinque Self-Coaching
Curtiu? Compartilhe este post!


Nenhum comentário:
Postar um comentário
Deixe aqui uma mensagem e compartilhe comigo a sua sugestão ou crítica.