A primeira coisa que ouvi da boca de munha supervisora, na ocasião, foi 'tenho ódio de cariocas'. Eu sou do Rio. Independente do sorriso dela, eu não me senti bem ou divertida pela brincadeira. Do contrário, me senti muito ofendida e diminuída em uma sala com mais de duzentas pessoas onde haviam dois cariocas.
Ouvimos ao logo dos anos na escola, e alguns de nós em casa, que o limite da brincadeira é a dor do outro. Eu mesma falo isso para o meu filho quase que diariamente. Se alguém se machuca com a brincadeira, então não é brincadeira. É assédio,é ofensa.
Não é tão difícil de identificar o assédio quando somos nós que promovemos a brincadeira e pode até acontecer de não percebermos de maneira nenhuma o que está acontecendo, mas é preciso haver um esforço neste sentido.
Cada vez que formos interagir com pessoas com as quais não temos intimidade, é preciso que tenhamos a atenção no nível mais alto com relação a possíveis ofensas ou desrespeito. Se coloque no lugar do outro. Sendo você hétero ou homossexual, gostaria que fizessem piadas acerca das suas questões pessoais? Então não faça sobre a vida do outro.
Você ruivo ou loiro ou moreno ou careca gosta que façam comentários jocosos sobre o seu cabelo? Pois não faça sobre o dos outros. A regra é assim simples: não faça com o outro o que não gostaria que fizessem com você.
No ambiente corporativo é ainda mais complicado lidar com piadas e comentários irônicos já que colocamos em um mesmo ambiente pessoas muito diferentes e com crenças e hábitos muitas vezes conflitantes. É um desafio mas é possível manter o respeito mútuo. Basta tentar.
Por mim, digo que já tive em uma mesma equipe um muçulmano e uma jovem americana recém saída de uma fraternidade. Não sei se você é capaz de imaginar o quão incompatíveis essas duas personalidades são. Mas com respeito e vontade de fazer funcionar a coisa se arrastou até que deu certo.
Não é fácil mesmo e é preciso lembrar as partes que ofensas constroem um ambiente de trabalho destrutivo e nada produtivo, além de poder gerar um processo com consequências criminais para ambas as partes. Isso não é de desejo de ninguém, imagino.
Não acho que falta de respeito entre colegas seja um problema muito raro ou que seja administrado da forma correta. Na grande maioria das vezes, o próprio superior é o assediador, então façamos valer oque a lei nos garante. Assediados devem tentar resolver a situação de forma burocrática, recorrendo a superiores e colegas para que o problemas seja sanado.
Caso não dê certo, o ministério do trabalho (com minúsculas mesmo) possui dispositivos para denúncias deste tipo. Obtenha testemunhas ou evidências como bilhetes e gravações antes de se movimentar pois mais cara de pau do que assediar é dizer que não fez nada depois...
Ouvimos ao logo dos anos na escola, e alguns de nós em casa, que o limite da brincadeira é a dor do outro. Eu mesma falo isso para o meu filho quase que diariamente. Se alguém se machuca com a brincadeira, então não é brincadeira. É assédio,é ofensa.
Não é tão difícil de identificar o assédio quando somos nós que promovemos a brincadeira e pode até acontecer de não percebermos de maneira nenhuma o que está acontecendo, mas é preciso haver um esforço neste sentido.
Cada vez que formos interagir com pessoas com as quais não temos intimidade, é preciso que tenhamos a atenção no nível mais alto com relação a possíveis ofensas ou desrespeito. Se coloque no lugar do outro. Sendo você hétero ou homossexual, gostaria que fizessem piadas acerca das suas questões pessoais? Então não faça sobre a vida do outro.
Você ruivo ou loiro ou moreno ou careca gosta que façam comentários jocosos sobre o seu cabelo? Pois não faça sobre o dos outros. A regra é assim simples: não faça com o outro o que não gostaria que fizessem com você.
No ambiente corporativo é ainda mais complicado lidar com piadas e comentários irônicos já que colocamos em um mesmo ambiente pessoas muito diferentes e com crenças e hábitos muitas vezes conflitantes. É um desafio mas é possível manter o respeito mútuo. Basta tentar.
Por mim, digo que já tive em uma mesma equipe um muçulmano e uma jovem americana recém saída de uma fraternidade. Não sei se você é capaz de imaginar o quão incompatíveis essas duas personalidades são. Mas com respeito e vontade de fazer funcionar a coisa se arrastou até que deu certo.
Não é fácil mesmo e é preciso lembrar as partes que ofensas constroem um ambiente de trabalho destrutivo e nada produtivo, além de poder gerar um processo com consequências criminais para ambas as partes. Isso não é de desejo de ninguém, imagino.
Não acho que falta de respeito entre colegas seja um problema muito raro ou que seja administrado da forma correta. Na grande maioria das vezes, o próprio superior é o assediador, então façamos valer oque a lei nos garante. Assediados devem tentar resolver a situação de forma burocrática, recorrendo a superiores e colegas para que o problemas seja sanado.
Caso não dê certo, o ministério do trabalho (com minúsculas mesmo) possui dispositivos para denúncias deste tipo. Obtenha testemunhas ou evidências como bilhetes e gravações antes de se movimentar pois mais cara de pau do que assediar é dizer que não fez nada depois...
CCCoaching
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