Todas as vezes que me cai no colo uma consultoria de gestão de empresa eu fico muito feliz. Nem tanto é um trabalho quanto é um presente! Eu tenho verdadeiro amor pelo tema e faria este tipo de trabalho de graça se fosse preciso. Eu não sei se todos entendem a necessidade da universidade corporativa, mas eu entendo, aceito a importância e estimulo até na menor das organizações.
Quando alguém dá início a um negócio, não tem ainda a noção da grandiosidade que pode alcançar. Algumas vezes o sucesso é maior do que se dá conta, outras o sonho acaba ficando pelo caminho. Em todo caso, o ensino dentro da corporação é um grande instrumento de gestão e uma forma muito eficaz de re-inserir o capital.
Se o crescimento foi pouco e estamos com os mesmos três funcionários desde o início das atividades e dois anos já se passaram, ou seis meses que sejam, dependendo das suas projeções, é hora de colocar nossa mão de obra para estudar e se preparar mais. É hora de inserir nossos colaboradores no universo dos especialistas.
Neste caso, uma parte do expediente pode ser dedicada à pesquisa e desenvolvimento de nova tecnologia pelo e para o grupo ou pode ser eleito um curso à distância para que todos sejam capazes de oferecer mais valor agregado aos serviços. algumas horas por dia, algumas vezes na semana e a produção pode tomar uma nova forma e ganhar novos horizontes.
As empresas maiores tem ainda mais possibilidades de investir no ensino e melhoria dos colaboradores. Uma célula pode ser destinada a preparar e oferecer cursos de forma constante, com horários variados e área de interesse direcionada. Isso é o sonho.
Pense em um núcleo de ação e desenvolvimento que permite que funcionários passem uma hora por dia aprendendo novas formas de fazer o mesmo trabalho ou uma mesma forma em profundidade. Pense em funcionários aptos a negociar em mandarim com os fornecedores na China ou em hindi com os pesquisadores na India. Me diz se não é o sonho...
A empresa tem rotinas e os funcionários se adaptam as rotinas, abrindo mão de muita coisa, principalmente de sua vida pessoal. São horas de trânsito mais as horas de trabalho e as horas de descanso que são acrescidas no expediente. Se todos são liberados do trabalho uma hora mais cedo para se dedicar ao aprendizado e desenvolvimento profissional vai fazer falta na função que exercem? Não. Na verdade, a última hora trabalhada é a menos produtiva. Mas e se a última hora de trabalho for dedicada a algo mais que contar os minutos antes de sair? E se for dedicada a aprender? Isso vai fazer diferença.
Não existe muita orientação geral que possa ser dada quanto aos cursos que podem ser oferecidos, mas os mais óbvios são os de línguas, os técnicos voltados para a área de atuação da corporação, os de desenvolvimento de habilidades específicas ao cargo e os de lazer.
Lazer? Sim. Eu já falei sobre os benefícios da prática de Ioga aqui e também falei sobre a importância do exercício físico no melhor conhecimento de si em meu livro de self-coaching e é possível executar muitas atividades, neste sentido, dentro do ambiente de trabalho. Uma proposta que tento sempre 'vender' ainda que não lucre com isso, é a meditação duas vezes na semana ao final do expediente. Eu consigo ver com clareza os benefícios que essas duas horas trabalhadas a menos.
Em todos os casos, eu sugiro que uma certificação seja providenciada. Um diploma deve ser oferecido a quem concluir os cursos quando os cursos forem certificáveis. No caso de cursos que contem com grande número de estudantes e que seja de área de interessa da empresa, até mesmo uma cerimônia pode ser feita para que o valor do que foi produzido seja destacado.
Não é preciso nada grande mas uma celebração com água e bolacha água e sal em que se verbalize e torne visível o valor do esforço empreendido vale mais do que uma pataca de ouro de reconhecimento entregue em uma caixa pelos correios. Torne público o esforço de quem quer crescer e estimule-os a continuar da mesma forma que poderá estimular outros a buscar esse caminho. Faça seu funcionário sentir orgulho de ser parte deste grupo.
Emfim, a universidade corporativa é um reflexo do comprometimento de gestores com o futuro da empresa e passa por uma vontade de ver o grupo crescendo como um todo. Passa por um desejo não premeditado e ensaiado de ver grandes carreiras se formando e profissionais alçando voos mais altos. Pense bem, onde o seu funcionário voa, leva consigo o nome da sua empresa.
Pensando em criar a universidade corporativa na sua instituição? Vai ser um prazer te ajudar no processo. Me encontre em @carolchilinquecoaching no facebook ou pelo telefone 41 992877528
Quando alguém dá início a um negócio, não tem ainda a noção da grandiosidade que pode alcançar. Algumas vezes o sucesso é maior do que se dá conta, outras o sonho acaba ficando pelo caminho. Em todo caso, o ensino dentro da corporação é um grande instrumento de gestão e uma forma muito eficaz de re-inserir o capital.
Se o crescimento foi pouco e estamos com os mesmos três funcionários desde o início das atividades e dois anos já se passaram, ou seis meses que sejam, dependendo das suas projeções, é hora de colocar nossa mão de obra para estudar e se preparar mais. É hora de inserir nossos colaboradores no universo dos especialistas.
Neste caso, uma parte do expediente pode ser dedicada à pesquisa e desenvolvimento de nova tecnologia pelo e para o grupo ou pode ser eleito um curso à distância para que todos sejam capazes de oferecer mais valor agregado aos serviços. algumas horas por dia, algumas vezes na semana e a produção pode tomar uma nova forma e ganhar novos horizontes.
As empresas maiores tem ainda mais possibilidades de investir no ensino e melhoria dos colaboradores. Uma célula pode ser destinada a preparar e oferecer cursos de forma constante, com horários variados e área de interesse direcionada. Isso é o sonho.
Pense em um núcleo de ação e desenvolvimento que permite que funcionários passem uma hora por dia aprendendo novas formas de fazer o mesmo trabalho ou uma mesma forma em profundidade. Pense em funcionários aptos a negociar em mandarim com os fornecedores na China ou em hindi com os pesquisadores na India. Me diz se não é o sonho...
A empresa tem rotinas e os funcionários se adaptam as rotinas, abrindo mão de muita coisa, principalmente de sua vida pessoal. São horas de trânsito mais as horas de trabalho e as horas de descanso que são acrescidas no expediente. Se todos são liberados do trabalho uma hora mais cedo para se dedicar ao aprendizado e desenvolvimento profissional vai fazer falta na função que exercem? Não. Na verdade, a última hora trabalhada é a menos produtiva. Mas e se a última hora de trabalho for dedicada a algo mais que contar os minutos antes de sair? E se for dedicada a aprender? Isso vai fazer diferença.
Não existe muita orientação geral que possa ser dada quanto aos cursos que podem ser oferecidos, mas os mais óbvios são os de línguas, os técnicos voltados para a área de atuação da corporação, os de desenvolvimento de habilidades específicas ao cargo e os de lazer.
Lazer? Sim. Eu já falei sobre os benefícios da prática de Ioga aqui e também falei sobre a importância do exercício físico no melhor conhecimento de si em meu livro de self-coaching e é possível executar muitas atividades, neste sentido, dentro do ambiente de trabalho. Uma proposta que tento sempre 'vender' ainda que não lucre com isso, é a meditação duas vezes na semana ao final do expediente. Eu consigo ver com clareza os benefícios que essas duas horas trabalhadas a menos.
Em todos os casos, eu sugiro que uma certificação seja providenciada. Um diploma deve ser oferecido a quem concluir os cursos quando os cursos forem certificáveis. No caso de cursos que contem com grande número de estudantes e que seja de área de interessa da empresa, até mesmo uma cerimônia pode ser feita para que o valor do que foi produzido seja destacado.
Não é preciso nada grande mas uma celebração com água e bolacha água e sal em que se verbalize e torne visível o valor do esforço empreendido vale mais do que uma pataca de ouro de reconhecimento entregue em uma caixa pelos correios. Torne público o esforço de quem quer crescer e estimule-os a continuar da mesma forma que poderá estimular outros a buscar esse caminho. Faça seu funcionário sentir orgulho de ser parte deste grupo.
Emfim, a universidade corporativa é um reflexo do comprometimento de gestores com o futuro da empresa e passa por uma vontade de ver o grupo crescendo como um todo. Passa por um desejo não premeditado e ensaiado de ver grandes carreiras se formando e profissionais alçando voos mais altos. Pense bem, onde o seu funcionário voa, leva consigo o nome da sua empresa.
Pensando em criar a universidade corporativa na sua instituição? Vai ser um prazer te ajudar no processo. Me encontre em @carolchilinquecoaching no facebook ou pelo telefone 41 992877528
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