Existem muitas formas de fazer com que os membros de um grupo trabalhem juntos e quase todos funcionam. Alguns são muito divertidos e outros ousados, podendo até mesmo constranger alguns membros.
Eu fugiria destes últimos já que, mesmo que cumpram a função de unir a equipe, afastam em caráter definitivo alguns membros e trazer estes de volta será um desafio muito grande. Na maioria das vezes, nem mesmo percebemos que certo tipo de brincadeira ofende ou machuca alguem. Tenhamos cuidado com certas dinâmicas.
Eu fugiria destes últimos já que, mesmo que cumpram a função de unir a equipe, afastam em caráter definitivo alguns membros e trazer estes de volta será um desafio muito grande. Na maioria das vezes, nem mesmo percebemos que certo tipo de brincadeira ofende ou machuca alguem. Tenhamos cuidado com certas dinâmicas.
Mas a dinâmica que venho hoje propor é bem simples e não imagino que seja capaz de ofender ou machucar alguem. Já executei com pessoas fisicamente diferentes, com deficientes e com pessoas que estavam em meio a um desentendimento.
Convide todos a fazerem um círculo e darem as mãos. O primeiro passo é pedir que cada um apresente a pessoa à sua esquerda e à sua direita. Nome e função. Isso deve ser suficiente para que cada um memorize quem está do seu lado.
Ninguém deve ter reparado, mas há um quadrado desenhado no cão da sala, em um canto qualquer. Faça um quadrado que comporte todos mas com dificuldade. O desafio é que, ao sinal dado, todos tenam que se colocar dentro do quadrado. A empresa é, afinal, um quadrado comum a todos e essa história de "cada um no seu quadrado" não pode existir, certo?
Dê tempo para que se organizem. Respeite o número de pessoas e o espaço para comportar cadeirantes, se houver algum. Para um grupo de dez pessoas, um quadrado de um metro quadrado deve ser ideal!
Agora peça que, sem sair do lugar, deem as mãos aos parceiros iniciais: mão direita a quem estava na direita e mão esquerda para quem estava na direita. Este é, na verdade o desafio. Devem trabalhar juntos para sair do bolo e re-fazer a roda original. Sem soltar as mãos.
Para esta dinâmica, é importante atentar para possíveis limitações físicas de alguns membros. Tenha a sensibilidade de identificar os problemas antes de acontecerem. Prepare o salão e boa sorte!
Convide todos a fazerem um círculo e darem as mãos. O primeiro passo é pedir que cada um apresente a pessoa à sua esquerda e à sua direita. Nome e função. Isso deve ser suficiente para que cada um memorize quem está do seu lado.
Ninguém deve ter reparado, mas há um quadrado desenhado no cão da sala, em um canto qualquer. Faça um quadrado que comporte todos mas com dificuldade. O desafio é que, ao sinal dado, todos tenam que se colocar dentro do quadrado. A empresa é, afinal, um quadrado comum a todos e essa história de "cada um no seu quadrado" não pode existir, certo?
Dê tempo para que se organizem. Respeite o número de pessoas e o espaço para comportar cadeirantes, se houver algum. Para um grupo de dez pessoas, um quadrado de um metro quadrado deve ser ideal!
Agora peça que, sem sair do lugar, deem as mãos aos parceiros iniciais: mão direita a quem estava na direita e mão esquerda para quem estava na direita. Este é, na verdade o desafio. Devem trabalhar juntos para sair do bolo e re-fazer a roda original. Sem soltar as mãos.
Para esta dinâmica, é importante atentar para possíveis limitações físicas de alguns membros. Tenha a sensibilidade de identificar os problemas antes de acontecerem. Prepare o salão e boa sorte!
Carol Chilinque Self-Coaching
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